Ir para o conteúdo
SurviveBetter

Dica: na caixa de impressão, escolha “Salvar como PDF”. Gratuito, sem conta.

Manual para imprimir

Sinais e comunicação

Ser encontrado, manter contato

SurviveBetter · Atualizado em 2026-10-17 · 26 entradas

Sistemas de emergência, sinalização e planejamento da comunicação – para que a ajuda consiga chegar até você.

01 · Chamadas de emergência · Revisão especializada pendente

Fazer uma chamada de emergência: o que dizer, como continuar acessível

Uma boa chamada de emergência é curta, calma e organizada: onde aconteceu, o que aconteceu, quantas pessoas estão envolvidas, quais ferimentos ou perigos – e depois espere as perguntas. O número de emergência local na UE é 112. Depois da chamada, continue acessível e poupe a bateria.

Na dúvida, ligue cedo. A central decide qual ajuda é necessária; uma chamada precoce dá tempo aos socorristas, principalmente antes de escurecer ou de o tempo piorar.

Não desligue primeiro – quem encerra a ligação é o atendente. Depois, mantenha o celular ligado e a linha livre para receber retornos.

Sua própria segurança vem primeiro: não entre em áreas de perigo (terreno com risco de queda, água, fogo, trânsito) para ajudar.

O 112 pode ser chamado gratuitamente em todos os Estados-membros da UE. Fora da UE valem outros números – descubra o número de emergência local antes de viajar.

Materiais

  • Telefone celular
  • Power bank(opcional)

Passos

  1. 1

    Ligue para o número de emergência

    Ligue para o número de emergência local (112 na UE). Fale com calma e clareza e diga seu nome.

  2. 2

    Onde?

    Informe o local com a maior precisão possível: endereço ou trilha, cume, refúgio, placa de sinalização, pontos de referência. Se puder, leia as coordenadas do celular ou do GPS e diga o formato (por exemplo, graus decimais).

  3. 3

    O que aconteceu, quantas pessoas?

    Descreva rapidamente o que aconteceu, quantas pessoas estão envolvidas e os ferimentos ou perigos visíveis (queda, fogo, água, clima).

  4. 4

    Aguarde as perguntas

    Responda às perguntas do atendente e siga as instruções. Só desligue quando o atendente encerrar a ligação.

  5. 5

    Continuar acessível

    Mantenha o celular ligado, não use para outras ligações e poupe a bateria. Se precisar sair do local, avise a central, se possível.

  6. 6

    Faça-se notar

    Guie os socorristas: roupa de cor viva, luz, apito; em campo aberto, mande uma pessoa para um ponto bem visível, se for seguro.

Erros comuns

  • Informar o local de forma imprecisa ou não informar
  • Desligar cedo demais
  • Gastar a bateria com ligações ou fotos depois da chamada de emergência
  • Ligar tarde demais por vergonha ou por medo de custos
  • Passar coordenadas sem informar o formato

Limites e riscos

  • Sem informações sobre cobertura de rede ou serviços de satélite de aparelhos e países específicos
  • Os números de emergência fora da UE são diferentes

Fontes

  1. [1]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

  2. [2]

    Bundesamt für Bevölkerungsschutz und Katastrophenhilfe (BBK), Deutschland: Ratgeber für Notfallvorsorge und richtiges Handeln in Notsituationen

    https://www.bbk.bund.de/DE/Warnung-Vorsorge/Vorsorge/Ratgeber-Checkliste/ratgeber-checkliste_node.html

  3. [3]

    Bundesministerium für Finanzen – Amtshelfer oesterreich.gv.at: Notrufnummern (oesterreich.gv.at)

    https://www.oesterreich.gv.at/de/themen/notfaelle_unfaelle_und_kriminalitaet/notrufnummern

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-emergency-call

02 · Chamadas de emergência · Revisão especializada pendente

Alertas no celular: configurar cell broadcast e aplicativos de alerta

Muitos países alertam a população por cell broadcast: uma mensagem chega a todos os celulares de uma área de células, sem cadastro e sem aplicativo. Aplicativos oficiais de alerta complementam isso. Conhecer as configurações, levar a sério os alertas de teste e usar outros canais (rádio, sirenes) significa saber dos perigos mais cedo.

Um alerta contém instruções. Siga-as (por exemplo, deixe a área, entre em um local fechado, feche as janelas) e não espere por outra confirmação.

Não desative níveis de alerta nas configurações sem pensar. Dependendo do país, alguns níveis não podem ser desativados, outros podem.

Materiais

  • Telefone celular
  • Rádio a pilha ou de manivela(opcional)

Passos

  1. 1

    Verifique as configurações

    Encontre a seção de alertas de emergência ou wireless emergency alerts nas configurações do celular e verifique quais níveis estão ativos.

  2. 2

    Acrescente um aplicativo oficial de alerta

    Instale o aplicativo de alerta recomendado pelas autoridades do seu país e salve os lugares importantes (casa, trabalho, casa dos pais).

  3. 3

    Aproveitar os dias de teste

    Durante os testes nacionais de alerta, verifique se a mensagem chegou e pergunte aos familiares.

  4. 4

    Outros canais

    Tenha um rádio a pilhas e conheça o significado dos sinais das sirenes locais – os alertas no celular podem falhar durante quedas de energia ou de rede.

  5. 5

    Em viagens

    Descubra quais sistemas de alerta seu destino usa; as mensagens de cell broadcast costumam chegar no idioma local.

Erros comuns

  • Todos os alertas desativados porque um alerta de teste incomodou
  • Confiar só nas redes sociais
  • Sem plano B para queda da rede
  • Ler o alerta, mas não agir

Limites e riscos

  • Sem nomes de aplicativos
  • As configurações variam conforme o aparelho e o país

Fontes

  1. [1]

    U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Wireless Emergency Alerts (Integrated Public Alert & Warning System, IPAWS)

    https://www.fema.gov/emergency-managers/practitioners/integrated-public-alert-warning-system/public/wireless-emergency-alerts

  2. [2]

    Bundesamt für Bevölkerungsschutz und Katastrophenhilfe (BBK), Deutschland: Ratgeber für Notfallvorsorge und richtiges Handeln in Notsituationen

    https://www.bbk.bund.de/DE/Warnung-Vorsorge/Vorsorge/Ratgeber-Checkliste/ratgeber-checkliste_node.html

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-phone-alerts

03 · Chamadas de emergência · Revisão especializada pendente

O celular como meio de sinalização: luz, tela, som, função de emergência

Mesmo sem sinal, um smartphone pode ajudar a ser encontrado: lanterna para sinais de luz SOS, tela brilhante, sons altos ou alarmes, reflexo da tela como espelho improvisado. Com sinal, muitos celulares têm uma função de emergência que liga e compartilha a localização. Economizar bateria é fundamental.

Se o celular tiver sinal, ligue primeiro para o número de emergência local (112 na UE). Sinais visuais e sonoros complementam uma chamada de emergência; não a substituem.

A bateria é o recurso mais importante numa emergência: ela é necessária para ligações, localização e retornos dos socorristas. Use o celular para sinalizar com economia e de forma deliberada.

Não acione a função de emergência por atalho de botão "só para testar" – ela pode fazer uma chamada de emergência de verdade. Em vez disso, leia a descrição nas configurações.

Materiais

  • Telefone celular
  • Power bank(opcional)

Passos

  1. 1

    Conheça a função de emergência

    Em casa, leia nas configurações como a função de emergência é acionada, se ela liga automaticamente e quais contatos são avisados. Preencha a ficha médica e os contatos de emergência.

  2. 2

    Poupe a bateria

    Ative a economia de energia, reduza o brilho e feche os aplicativos desnecessários. Não deixe o aparelho procurando sinal o tempo todo quando não há – verifique em horários combinados.

  3. 3

    Use a luz de forma direcionada

    À noite, faça o sinal SOS com a lanterna (··· ––– ···) quando ouvir ou avistar os socorristas.

  4. 4

    Use o som

    Um alarme ou toque alto pode guiar quem procura a curta distância, se você não consegue gritar.

  5. 5

    Tela como espelho

    Ao sol, a tela desligada pode refletir a luz – mais fraco que um espelho de sinalização de verdade, mas melhor que nada.

Erros comuns

  • Descarregar a bateria com luz contínua
  • Acionar a função de emergência só para testar
  • Carregar o aparelho exposto ao frio
  • Recusar números desconhecidos – podem ser os socorristas

Limites e riscos

  • Sem instruções específicas para cada aparelho
  • Funções e disponibilidade variam conforme o aparelho e o país

Fontes

  1. [1]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

  2. [2]

    Ready.gov – U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Make A Plan

    https://www.ready.gov/plan

  3. [3]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-phone-as-signal

04 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Sinal alpino de socorro

O sinal alpino de socorro é uma convenção amplamente usada nos Alpes europeus: seis sinais por minuto (cerca de um a cada dez segundos), depois uma pausa de um minuto, e repita. A resposta é de três sinais por minuto. Os sinais podem ser gritos, apitos ou reflexos de luz. Ele complementa a chamada de emergência, mas não a substitui.

Se possível, ligue primeiro para o número de emergência local (112 na UE). O sinal de socorro é uma ferramenta para quando não há sinal de telefone, ou para ajudar pessoas próximas a localizar você.

Esta é uma convenção alpina na Europa. Fora dos Alpes, são costumeiros outros sinais (por exemplo, três sinais como sinal geral de socorro); nem todos conhecem a regra.

Não é brincadeira, e não pratique sem combinar antes – outras pessoas podem achar que é uma emergência real e acionar o resgate.

Materiais

  • Apito de sinalização(opcional)
  • Lanterna de cabeça / lanterna de mão(opcional)
  • Espelho de sinalização(opcional)

Passos

  1. 1

    Escolher o meio de sinalização

    Um apito alcança mais longe que a voz e poupa energia. À noite funciona uma lanterna; de dia, com sol, um espelho ou acenos bem visíveis.

  2. 2

    Seis sinais por minuto

    Durante um minuto, dê um sinal a cada dez segundos, mais ou menos – seis no total.

  3. 3

    Uma pausa de um minuto

    Faça uma pausa de um minuto e escute ou olhe para ver se há resposta.

  4. 4

    Repetir

    Repita o ciclo até receber uma resposta ou a ajuda chegar. Administre bem suas forças.

  5. 5

    Reconhecer ou dar a resposta

    A resposta é de três sinais por minuto (cerca de um a cada 20 segundos), depois uma pausa de um minuto. Quem perceber um sinal de socorro responde dessa forma e aciona o resgate pelo número de emergência local.

Ritmo do sinal alpino de socorro e da respostaLinha do tempo ao longo de quatro minutos. Linha de cima, sinal de socorro: seis sinais no primeiro minuto, cerca de um a cada 10 segundos, depois uma pausa de um minuto para escutar, depois mais seis sinais e uma pausa de um minuto. Linha de baixo, resposta: três sinais por minuto, cerca de um a cada 20 segundos, depois uma pausa de um minuto, repetido. Observações: os sinais podem ser apitos, gritos ou reflexos de luz; repita até receber uma resposta. Se possível, ligue primeiro para o número de emergência (UE: 112). Esta é uma convenção alpina; em outros lugares, três sinais costumam ser usados como sinal de socorro.SINAL ALPINO DE SOCORRO – RITMOSINAL DE SOCORRO6 sinais por minutopausa · escutepausa · escute1 min: 6× (≈ a cada 10 s)RESPOSTA3 sinais por minutopausa · escutepausa · escute1 min: 3× (≈ a cada 20 s)0 min1 min2 min3 min4 min… repitaSINAISApito, grito ou clarão de luz.Repita até receber uma resposta.LIGUE PRIMEIRO PARA A EMERGÊNCIASe possível, ligue primeiro para a emergência (UE: 112).Convenção alpina – em outros lugares, muitas vezes são 3 sinais.
Ritmo do sinal alpino de socorro e da resposta

Erros comuns

  • Gritar sem parar até ficar rouco
  • Sem pausas para escutar
  • Apenas dar o sinal, embora fosse possível fazer uma chamada de emergência
  • Responder como observador, mas não acionar o resgate

Limites e riscos

  • Sem indicação de alcance – depende muito do terreno e do tempo
  • Não é uniforme no mundo todo

Fontes

  1. [1]

    ICAR – International Commission for Alpine Rescue: International Commission for Alpine Rescue (ICAR) – recommendations and information (organisation website)

    https://www.alpine-rescue.org/

  2. [2]

    Deutscher Alpenverein (DAV) (2025): Notruf und Rettung in den Alpen – alpines Notsignal und Notrufnummern

    https://www.alpenverein.de/artikel/notruf-und-rettung-in-den-alpen_3802c636-0bd1-4f83-a33a-e9b266bd51d8

  3. [3]

    The Mountaineers Books (2017): Mountaineering: The Freedom of the Hills, 9th edition

  4. [4]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-alpine-distress

05 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Sinais para helicópteros (Y/N) e comportamento durante o pouso

Na Europa, dois sinais com o corpo são amplamente usados para helicópteros de resgate: os dois braços levantados na diagonal (o formato de um “Y”) significam “Sim, precisamos de ajuda”; um braço levantado na diagonal para cima e o outro na diagonal para baixo (o formato de um “N”) significam “Não, não precisamos de ajuda”. Durante o pouso: mantenha distância, prenda os objetos soltos e só se aproxime quando a tripulação sinalizar.

As hélices são mortais, principalmente a de cauda. Nunca se aproxime por trás nem pelo lado da encosta; só quando a tripulação sinalizar, agachado e dentro do campo de visão do piloto.

O vento descendente é muito forte. Prenda ou segure os objetos soltos (jaquetas, mantas de emergência, lonas, chapéus) – eles podem ser sugados para as hélices. Proteja os olhos e mantenha uma postura firme.

Se você não precisa de ajuda, não acene com os dois braços. Os sinais são uma convenção difundida na Europa, mas nem todos os conhecem – a tripulação sempre avalia a situação como um todo.

Passos

  1. 1

    Posicionar-se de forma visível

    Se for seguro, fique em terreno aberto de frente para o helicóptero, sobre um fundo com o máximo de contraste possível.

  2. 2

    “Y” – precisamos de ajuda

    Levante os dois braços na diagonal para cima e mantenha-os parados.

  3. 3

    “N” – não precisamos de ajuda

    Levante um braço na diagonal para cima e estique o outro na diagonal para baixo.

  4. 4

    Proteger a área de pouso

    Quando o helicóptero se aproximar, segure ou prenda com peso os objetos soltos, mantenha distância, proteja a cabeça e os olhos; ajoelhe-se de costas para o vento, a menos que a tripulação sinalize de outra forma.

  5. 5

    Esperar pela tripulação

    Só se aproxime quando a tripulação convidar, e apenas pela frente, dentro do campo de visão do piloto. As instruções da tripulação têm prioridade.

Y = sim, precisamos de ajuda · N = não, não precisamos de ajudaDuas figuras em pé vistas de frente. À esquerda, os dois braços estão levantados na diagonal, formando um Y com o corpo: sim, precisamos de ajuda. À direita, um braço está levantado na diagonal e o outro esticado na diagonal para baixo, de modo que os braços formam uma diagonal como a letra N: não, não precisamos de ajuda. Atenção: mantenha a postura parada e não acene; é uma convenção amplamente usada na Europa.YNSIM – precisamos de ajudaos dois braços levantados na diagonalNÃO – não precisamos de ajudaum braço para cima e outro para baixo, na diagonalFique parado na posição, sem acenar · convenção muito usada na Europa
Y = sim, precisamos de ajuda · N = não, não precisamos de ajuda

Erros comuns

  • Acenar com os dois braços por diversão
  • Correr em direção ao helicóptero
  • Deixar uma manta de emergência ou lona solta no chão
  • Aproximar-se por trás ou pelo lado da encosta

Limites e riscos

  • Vale como convenção alpina europeia; outras regiões podem usar sinais diferentes
  • Sem orientação sobre resgate com guincho nem sobre como orientar um pouso

Fontes

  1. [1]

    ICAR – International Commission for Alpine Rescue: International Commission for Alpine Rescue (ICAR) – recommendations and information (organisation website)

    https://www.alpine-rescue.org/

  2. [2]

    The Mountaineers Books (2017): Mountaineering: The Freedom of the Hills, 9th edition

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-helicopter-signals

06 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Apito de sinalização e espelho de sinalização: noções básicas

Um apito alcança mais longe que a voz e gasta pouca energia; um espelho pode produzir reflexos visíveis a grandes distâncias sob o sol. Ambos são leves, baratos e não usam bateria – mas só funcionam se alguém estiver ao alcance da audição ou da vista.

Os reflexos podem ofuscar. Não aponte para motoristas nem para pessoas próximas. Depois que uma aeronave já tiver visto você claramente, não continue refletindo em direção à cabine.

Os recursos de sinalização complementam uma chamada de emergência. Assim que tiver sinal, ligue para o número de emergência local (112 na UE).

Não dê sinais de socorro por diversão – outras pessoas podem acionar o resgate.

Materiais

  • Apito de sinalização
  • Espelho de sinalização(opcional) – Alternativamente, outras superfícies brilhantes (por exemplo, manta de emergência, tela do celular)
  • Manta de emergência(opcional)

Passos

  1. 1

    Leve o apito ao alcance da mão

    Prenda o apito na jaqueta ou na alça da mochila para alcançá-lo mesmo se estiver ferido.

  2. 2

    Apitar em ritmo

    Dê sinais curtos e fortes em um ritmo reconhecível – nos Alpes, o sinal alpino de socorro; em outros lugares, muitas vezes três apitos – e escute durante as pausas.

  3. 3

    Direcionar o espelho

    Estique um braço e faça um V com dois dedos em volta do alvo. Incline o espelho perto do rosto até o ponto de luz cair sobre seus dedos e então varra o alvo com ele.

  4. 4

    Varrer o horizonte

    Mesmo sem um alvo visível, você pode varrer lentamente o ponto de luz pelo horizonte ou ao longo de caminhos distantes.

  5. 5

    Parar ao receber resposta

    Quando receber uma resposta, pare de sinalizar ou use o sinal apenas para ajudar a localizar você, e siga as instruções dos socorristas.

Erros comuns

  • Apito guardado no fundo da mochila
  • Usar o espelho pela primeira vez só numa emergência, sem prática
  • Apitar sem pausas
  • Piscar ao acaso em vez de controlar o ponto de luz

Limites e riscos

  • Sem indicação de alcance – depende muito das condições
  • Os ritmos convencionados variam de região para região

Fontes

  1. [1]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

  2. [2]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-whistle-mirror

07 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Sinais no solo para aeronaves

Sinais grandes e de alto contraste no chão – como “SOS” – podem ser reconhecidos por aviões e helicópteros de busca, mesmo quando você não consegue sinalizar ativamente naquele momento. O que importa é o tamanho, o contraste, as linhas retas e um local aberto.

Sua própria segurança vem primeiro: calor, proteção contra o tempo e água têm prioridade. Não se arrisque a ficar exausto construindo sinais grandes.

Faça sinais com fogo somente onde for seguro e permitido – atenção ao risco de incêndio florestal e às proibições de fogo (verifique as regras locais). Um fogo fora de controle coloca você e outras pessoas em perigo.

Retire os sinais depois do resgate para que voos de busca posteriores não sejam enganados.

Materiais

  • Manta de emergência(opcional)
  • Lona(opcional)
  • Galhos / varas resistentes(opcional)

Passos

  1. 1

    Escolher uma área aberta

    Procure uma área aberta, de preferência plana, bem visível de cima: clareira, campo, campo de neve, praia – sem perigos como encostas com risco de avalanche ou a linha de alcance da enchente.

  2. 2

    Criar contraste

    Coloque material escuro sobre solo claro ou claro sobre escuro: galhos e pedras na neve ou na areia, uma manta de emergência ou lona clara na grama; pise linhas na neve.

  3. 3

    Sinais grandes e simples

    Forme um sinal simples, como “SOS”, com linhas retas, o maior possível. É melhor um sinal grande e claro do que vários pequenos.

  4. 4

    Prender o material

    Prenda lonas e cobertores com pedras para que o vento ou o vento do rotor não os arranque.

  5. 5

    Sinalizar ativamente quando aeronaves se aproximarem

    Quando ouvir aeronaves, chame a atenção também com um espelho, uma luz ou sinais com o corpo.

Erros comuns

  • Sinal pequeno demais ou de baixo contraste
  • Sinal sob árvores ou na sombra
  • Lona solta que o vento leva
  • Negligenciar calor e abrigo para construí-lo

Limites e riscos

  • Sem medidas – quanto maior, melhor, desde que suas forças permitam
  • Códigos específicos (alfabetos de sinais no solo) não estão listados aqui

Fontes

  1. [1]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-ground-to-air

08 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Fogueiras e sinais de fumaça

O fogo à noite e a fumaça de dia são sinais visíveis de longe, principalmente para aeronaves. Uma fogueira de sinalização é preparada, mas só é acesa quando os socorristas estão à vista ou ao alcance do ouvido. Três fogueiras são amplamente reconhecidas como sinal de socorro. O risco de incêndio é grande: só onde for seguro e permitido.

Uma fogueira de sinalização pode provocar um incêndio florestal que ameaça você e outras pessoas. Só em terreno aberto e não inflamável, longe de árvores e vegetação, nunca com vento forte ou em época de seca. Respeite as proibições de fogo e as regras locais.

Plásticos, pneus ou óleo produzem fumaça escura, mas também gases tóxicos. Não os inale; observe a fumaça com o vento pelas costas.

Use sinais de socorro apenas em perigo real. Alarmes falsos ocupam os socorristas e, em muitos países, podem gerar custos ou multas. Comunique imediatamente qualquer alerta acidental.

Materiais

  • Isqueiro, fósforos ou pederneira (ferro de faísca)
  • Lenha seca
  • Folhas secas, capim ou ramos de conífera – Guarde a isca e os gravetos secos e à mão

Passos

  1. 1

    Escolher o local

    Procure um lugar aberto, bem visível do alto (clareira, elevação, banco de cascalho), com solo mineral, longe de galhos pendentes e capim seco.

  2. 2

    Prepare o fogo

    Monte o fogo com isca, gravetos e lenha, pronto para acender, e cubra-o contra a chuva. Deixe ao lado folhas verdes ou material úmido para a fumaça.

  3. 3

    Três fogueiras (se possível)

    Se você tiver material suficiente e terreno seguro, prepare três pontos de fogo em triângulo, com boa distância entre eles.

  4. 4

    Acenda só quando for preciso

    Acenda assim que ouvir ou vir uma aeronave ou socorristas. De dia, acrescente então material que produza fumaça.

  5. 5

    Vigie e apague

    Nunca deixe o fogo sem vigilância. Mantenha água ou terra à mão para apagá-lo e apague-o por completo quando não for mais necessário.

Erros comuns

  • Só começar a preparar o fogo quando o avião já está em cima
  • Em mata fechada, onde a fumaça fica sob a copa das árvores
  • Perto demais da vegetação
  • Não manter o material seco
  • Deixar o fogo sem vigilância

Limites e riscos

  • Sem indicação de alcance de visibilidade: depende muito do tempo
  • Sem orientação jurídica sobre proibições de fogo

Fontes

  1. [1]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

  2. [2]

    International Maritime Organization (IMO) (1972): Convention on the International Regulations for Preventing Collisions at Sea, 1972 (COLREGs) – Annex IV: Distress signals

    https://www.imo.org/en/About/Conventions/Pages/COLREG.aspx

  3. [3]

    USDA Forest Service / Ad Council / National Association of State Foresters: Campfire Safety (Smokey Bear wildfire prevention campaign)

    https://smokeybear.com/campfire-safety

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-signal-fire-smoke

09 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Sinais de luz à noite: SOS e lampejos

Uma lanterna ou lanterna de cabeça é uma das melhores ferramentas de sinalização à noite. O SOS, conhecido no mundo todo, é dado com três lampejos curtos, três longos e três curtos (··· ––– ···), e repetido. Importante: aponte a luz na direção de possíveis socorristas, poupe a bateria e não ofusque tripulações de aeronaves.

Nunca aponte lanternas potentes ou lasers diretamente para a cabine de uma aeronave. As tripulações costumam usar equipamentos de visão noturna e podem ficar ofuscadas; apontar lasers para aeronaves é ilegal em muitos países. Depois de ser avistado, aponte a luz para o chão ou para você mesmo.

Use sinais de socorro apenas em perigo real. Alarmes falsos ocupam os socorristas e, em muitos países, podem gerar custos ou multas. Comunique imediatamente qualquer alerta acidental.

Materiais

  • Lanterna de cabeça / lanterna de mão
  • Telefone celular(opcional) – Função de lanterna do celular como reserva

Passos

  1. 1

    Posicione-se em um lugar visível

    Vá para um ponto com visão livre na direção de onde a ajuda pode vir (elevação, clareira, margem), sem se colocar em perigo.

  2. 2

    Envie o SOS

    Três lampejos curtos, três longos (cerca de três vezes mais longos), três curtos. Depois, uma pausa maior, e repita.

  3. 3

    Aponte a luz

    Aponte a lanterna para possíveis observadores ou varra o horizonte devagar. O modo estroboscópico poupa bateria e chama a atenção.

  4. 4

    Racione a energia

    Sinalize em intervalos e sempre que ouvir ou vir algo. Mantenha pilhas ou baterias reserva aquecidas.

  5. 5

    Mude o sinal depois da resposta

    Quando você for avistado, pare de piscar na direção dos socorristas; ilumine sua posição de forma contínua e siga as instruções.

Erros comuns

  • Bateria esgotada por deixar a luz acesa o tempo todo
  • Fazer pausas entre as letras do SOS
  • Apontar a luz direto para um helicóptero
  • Sinalizar de uma depressão do terreno, onde ninguém consegue ver você

Limites e riscos

  • Sem valores de alcance
  • Quem observa pode não conhecer o código Morse: o ritmo e a repetição é que importam

Fontes

  1. [1]

    International Maritime Organization (IMO) (1972): Convention on the International Regulations for Preventing Collisions at Sea, 1972 (COLREGs) – Annex IV: Distress signals

    https://www.imo.org/en/About/Conventions/Pages/COLREG.aspx

  2. [2]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-light-sos

10 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Combinar sinais de apito: três apitos para socorro e códigos de grupo

Três apitos são amplamente entendidos como pedido de socorro; nos Alpes, é costume usar o sinal alpino de socorro. Para grupos – famílias, turmas escolares, grupos de trilha – vale combinar e treinar alguns sinais simples de apito antes da viagem. Apitar poupa a voz e alcança mais longe.

Se o celular tiver sinal, ligue primeiro para o número de emergência local (112 na UE). Sinais visuais e sonoros complementam uma chamada de emergência; não a substituem.

As convenções de apito não são uniformes no mundo todo. Três apitos são amplamente entendidos, mas não há garantia. Os sinais de grupo só valem dentro do grupo que os combinou.

Materiais

  • Apito de sinalização – Um apito por pessoa, principalmente para as crianças

Passos

  1. 1

    Defina o pedido de socorro

    Combine: três apitos curtos e fortes, pausa, repetir = "Preciso de ajuda". Nos Alpes, pode-se usar também o sinal alpino de socorro.

  2. 2

    Poucos sinais de grupo

    Por exemplo: um apito = "Onde você está? / Atenção"; dois apitos = "Venha até mim". Mais de dois ou três sinais são esquecidos sob estresse.

  3. 3

    Combine uma resposta

    Combine como responder (por exemplo, devolver o mesmo sinal) para que quem chama saiba que foi ouvido.

  4. 4

    Treine com as crianças

    As crianças devem saber: se você estiver perdido, fique onde está e use o apito — você não vai ter problemas.

  5. 5

    Pausas para escutar

    Escute depois de cada série de apitos. As respostas costumam ser fracas ou vir de uma direção inesperada.

Erros comuns

  • Apito usado como brinquedo: os sinais deixam de ser levados a sério
  • Códigos demais combinados
  • Sem pausas para escutar
  • Apito na mochila em vez de no corpo

Limites e riscos

  • Sem valores de alcance
  • Os códigos de grupo são exemplos, não uma norma

Fontes

  1. [1]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

  2. [2]

    Ready.gov – U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Build A Kit

    https://www.ready.gov/kit

  3. [3]

    ICAR – International Commission for Alpine Rescue: International Commission for Alpine Rescue (ICAR) – recommendations and information (organisation website)

    https://www.alpine-rescue.org/

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-whistle-codes

11 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Chamar atenção com cor: pano de sinalização, bandeira, roupas

Cores vivas e movimento tornam as pessoas visíveis do ar e de longe. Um pano laranja, uma manta de emergência, uma jaqueta acenada em um pau ou estendida no chão – qualquer coisa que contraste com o entorno aumenta a chance de ser encontrado.

Panos soltos, lonas e mantas de emergência podem ser levantados pelo vento do rotor de um helicóptero e colocar a aeronave em perigo. Recolha-os ou prenda-os firmemente quando ele se aproximar.

No frio, não estenda como sinal a sua própria camada isolante. O calor vem primeiro; use outros objetos.

Materiais

  • Pano de sinalização (de cor fluorescente)(opcional)
  • Manta de emergência(opcional)
  • Galhos / varas resistentes(opcional) – Como mastro de bandeira

Passos

  1. 1

    Escolha um local aberto

    Clareira, morrote, margem, campo de neve – onde você possa ser visto de cima e dos lados.

  2. 2

    Estenda no chão

    Estenda o pano ou a manta de emergência bem esticado e prenda com pedras. Formas grandes e esticadas são melhores que uma trouxa.

  3. 3

    Hastear uma bandeira

    Prenda um pedaço de pano em uma vara comprida em um ponto elevado – visível mesmo enquanto você descansa.

  4. 4

    Agite quando algo se aproximar

    Quando ouvir ou avistar uma aeronave, agite o pano em grandes arcos. Depois use os braços para o sinal em Y.

Erros comuns

  • Usar cores de camuflagem e esperar ser visto mesmo assim
  • Estender o sinal embaixo das árvores
  • Panos não fixados
  • Transformar a roupa que aquece em sinal

Limites e riscos

  • Sem informações sobre alcance de visibilidade
  • Inútil com neblina, no crepúsculo e à noite

Fontes

  1. [1]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

  2. [2]

    International Maritime Organization (IMO) (1972): Convention on the International Regulations for Preventing Collisions at Sea, 1972 (COLREGs) – Annex IV: Distress signals

    https://www.imo.org/en/About/Conventions/Pages/COLREG.aspx

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-bright-panels

12 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Preso ou soterrado sob escombros: como chamar a atenção

Se você ficar preso depois de um terremoto, desabamento ou tempestade, poupe suas forças e o ar e sinalize para que os socorristas possam localizar você: uma mensagem ou ligação, se possível; caso contrário, batidas constantes em canos ou paredes ou um apito – grite só quando os socorristas estiverem perto.

Se o celular tiver sinal, ligue primeiro para o número de emergência local (112 na UE). Sinais visuais e sonoros complementam uma chamada de emergência; não a substituem.

Não use fósforos, isqueiros nem velas – pode ter havido vazamento de gás depois de terremotos e desabamentos.

Cubra a boca e o nariz com um pano para não respirar poeira. Mexa-se o mínimo possível para não deslocar os escombros.

Materiais

  • Apito de sinalização(opcional) – No chaveiro ou na bolsa de emergência
  • Telefone celular(opcional)

Passos

  1. 1

    Chamado de emergência ou mensagem

    Se o celular funcionar: ligue para o número de emergência ou envie uma mensagem para contatos de confiança com sua localização o mais precisa possível (prédio, andar, cômodo).

  2. 2

    Proteger-se

    Cubra a boca e o nariz, respire com calma, evite movimentos desnecessários.

  3. 3

    Bater

    Bata de forma constante com um objeto duro em um cano, viga ou parede, por exemplo três batidas, pausa, repetir.

  4. 4

    Apitar

    Se tiver um apito, dê três apitos em intervalos.

  5. 5

    Gritar só quando estiverem perto

    Quando ouvir os socorristas, grite e responda. Caso contrário, poupe suas forças e continue batendo em intervalos.

Erros comuns

  • Gritar sem parar e se esgotar
  • Usar fogo aberto como luz
  • Descarregar a bateria com luz contínua
  • Puxar os escombros sem controle

Limites e riscos

  • Sem orientação para se libertar ou resgatar outras pessoas
  • Sem orientações médicas

Fontes

  1. [1]

    Ready.gov – U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Earthquakes

    https://www.ready.gov/earthquakes

  2. [2]

    U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Are You Ready? An In-Depth Guide to Citizen Preparedness

    https://www.ready.gov/sites/default/files/2021-11/are-you-ready-guide.pdf

  3. [3]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-trapped-signalling

13 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Pedir ajuda de dentro de uma casa ou apartamento (por exemplo, numa enchente)

Se você estiver preso em um prédio durante uma enchente, tempestade ou depois de um acidente e o telefone não completar a ligação, você pode chamar atenção de uma janela, sacada ou – só se for necessário – do telhado: pano de cor viva, letras grandes, luz à noite, um apito. O essencial é não se colocar em perigo ao fazer isso.

Se o celular tiver sinal, ligue primeiro para o número de emergência local (112 na UE). Sinais visuais e sonoros complementam uma chamada de emergência; não a substituem.

Com a água subindo, não se refugie em um sótão fechado e sem saída – você pode ficar preso lá. Suba no telhado apenas se for necessário.

Não atravesse a água de enchente a pé nem a nado para buscar ajuda. Correnteza, entulho e eletricidade na água ameaçam a vida.

Ao sinalizar da janela ou do telhado, não se debruce para fora; segure as crianças. Fique longe de fios elétricos.

Materiais

  • Apito de sinalização(opcional)
  • Lanterna de cabeça / lanterna de mão(opcional)
  • Pano de sinalização (de cor fluorescente)(opcional) – Ou um lençol ou toalha claros

Passos

  1. 1

    Tentar o chamado de emergência

    Ligue para o número de emergência; se não for possível, envie uma mensagem para contatos de confiança com o endereço e o número de pessoas.

  2. 2

    Escolher um local seguro e visível

    O andar mais alto que você conseguir alcançar, com janela ou varanda voltada para a rua ou para a água.

  3. 3

    Pendurar um pano claro

    Pendure um lençol ou pano para fora da janela; se possível, escreva nele “SOS” ou “SOCORRO” em letras grandes e o número de pessoas.

  4. 4

    Movimentar-se quando estiver à vista

    Quando um barco, veículo ou helicóptero aparecer, acene bem com o pano ou com os braços e apite.

  5. 5

    Luz à noite

    Pisque a lanterna ou a luz do celular em intervalos – economize a bateria.

Erros comuns

  • Entrar na água para buscar ajuda
  • Refugiar-se em um sótão sem saída
  • Descarregar a bateria com luz contínua
  • Esquecer de retirar o sinal depois que todos saíram do prédio

Limites e riscos

  • Sem orientação para casos de incêndio
  • Sem orientação de evacuação

Fontes

  1. [1]

    Ready.gov – U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Floods

    https://www.ready.gov/floods

  2. [2]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

  3. [3]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-signals-from-buildings

14 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Sinais internacionais de socorro no mar: visão geral

As regras internacionais para evitar colisões no mar (COLREGs, Anexo IV) listam sinais que significam "estou em perigo e preciso de ajuda" na água – entre eles MAYDAY por rádio, SOS, sinalizadores vermelhos, fumaça laranja, levantar e baixar lentamente os braços estendidos e radiobalizas de emergência. Quem está na água deve reconhecê-los e saber usar os equipamentos de sinalização que leva consigo.

Use sinais de socorro somente em perigo real. Alarmes falsos ocupam as equipes de resgate e podem gerar custos ou multas. Comunique imediatamente os alertas acidentais.

Sinais pirotécnicos (sinalizadores de mão, foguetes, sinais de fumaça) são perigosos: use, guarde e descarte-os somente conforme as instruções do fabricante e as regras locais. Não descarte nem dispare por conta própria sinais vencidos.

Se você vir sinais de socorro na água a partir de terra, não nade nem saia de barco por conta própria; ligue para o número local de emergência (112 na UE) ou para a guarda costeira e mantenha o local à vista.

Materiais

  • Rádio VHF marítimo(opcional)
  • Baliza pessoal de localização (PLB)(opcional)
  • Apito de sinalização(opcional)

Passos

  1. 1

    Conhecer os sinais

    Principais sinais de socorro: MAYDAY por rádio, SOS (luz ou som), sinalizadores vermelhos, fumaça laranja, levantar e baixar lentamente os dois braços estendidos, soar continuamente a buzina de nevoeiro, uma radiobaliza de emergência ativada.

  2. 2

    Levar equipamento adequado

    O que deve ou deveria estar a bordo depende do tipo de barco, da área e do país. No mínimo um apito, uma luz e um celular em capa à prova d'água; conforme as águas, rádio, radiobaliza e pirotecnia.

  3. 3

    Verificar antes de sair

    Verifique datas de validade, pilhas e acesso: o equipamento de sinalização precisa estar ao alcance mesmo que o barco vire.

  4. 4

    Numa emergência

    Primeiro um pedido de socorro por rádio ou telefone; depois sinais visuais quando navios ou aeronaves estiverem à vista. Use pirotecnia somente quando houver alguém à vista; não gaste tudo "por precaução".

Erros comuns

  • Equipamento de sinalização vencido ou inacessível
  • Gastar todos os sinalizadores de uma vez
  • Acenar com uma mão confundido com cumprimento
  • Celular sem proteção à prova d'água
  • Alarme falso não comunicado

Limites e riscos

  • Sem instruções de uso para pirotecnia
  • Sem exigências nacionais de equipamento
  • A lista completa está apenas no próprio Anexo IV

Fontes

  1. [1]

    International Maritime Organization (IMO) (1972): Convention on the International Regulations for Preventing Collisions at Sea, 1972 (COLREGs) – Annex IV: Distress signals

    https://www.imo.org/en/About/Conventions/Pages/COLREG.aspx

  2. [2]

    International Maritime Organization (IMO) (1974): International Convention for the Safety of Life at Sea (SOLAS), 1974, as amended

    https://www.imo.org/en/About/Conventions/Pages/International-Convention-for-the-Safety-of-Life-at-Sea-(SOLAS),-1974.aspx

  3. [3]

    International Maritime Organization (IMO) and International Civil Aviation Organization (ICAO): IAMSAR Manual (International Aeronautical and Maritime Search and Rescue Manual), Volume III – Mobile Facilities

    https://www.imo.org/en/OurWork/Safety/Pages/IAMSARManual.aspx

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-sea-distress-overview

15 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Reagir a quem procura: responder, ficar parado, ser visível

Quando você está sendo procurado, as equipes de busca costumam chamar seu nome, apitar ou iluminar o local. Responda com apito, gritos ou luz, fique em um local bem visível e não corra atrás de sons cuja origem você não consegue identificar com segurança. As crianças devem saber: quem procura quer ajudar, ninguém está bravo — não se escondam.

Se o celular tiver sinal, ligue primeiro para o número de emergência local (112 na UE). Sinais visuais e sonoros complementam uma chamada de emergência; não a substituem.

Andar de um lado para outro torna você mais difícil de encontrar e mais propenso a acabar em terreno perigoso. Em geral, é melhor ficar em um lugar seguro e visível, manter-se aquecido e sinalizar.

Materiais

  • Apito de sinalização
  • Lanterna de cabeça / lanterna de mão(opcional)
  • Pano de sinalização (de cor fluorescente)(opcional)

Passos

  1. 1

    Ficar parado

    Assim que perceber que está perdido: fique em um lugar seguro, de preferência na beira de uma clareira ou em uma trilha.

  2. 2

    Torne-se visível

    Estenda roupas ou panos de cores vivas e deixe uma luz pronta à noite.

  3. 3

    Sinalizar em intervalos

    Três apitos, pausa, repita. Escute entre um e outro.

  4. 4

    Responder

    Se ouvir chamados ou apitos ou vir luzes: responda na hora e continue sinalizando até que quem procura chegue até você.

  5. 5

    Treine antes com as crianças

    Ensine as crianças: se você se perder, fique junto de uma árvore, sopre o apito e responda quando alguém chamar — inclusive desconhecidos com roupa de resgate.

Erros comuns

  • Correr atrás de sons
  • Se esconder por vergonha ou medo
  • Apito na mochila em vez de à mão
  • Sinalizar o tempo todo sem escutar
  • Mudar de lugar várias vezes

Limites e riscos

  • Sem orientações sobre como organizar uma busca
  • Sem instruções de primeiros socorros

Fontes

  1. [1]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

  2. [2]

    Boy Scouts of America: Scouts BSA Handbook

  3. [3]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-responding-to-searchers

16 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Ser encontrado pelo ar: helicópteros, aviões, drones

As buscas aéreas cobrem uma grande área, mas facilmente deixam passar pessoas pequenas, imóveis e camufladas. Se você quer ser encontrado, vá para um local aberto por perto, estenda cores de alto contraste e se movimente quando uma aeronave ou um drone estiver à vista. Não toque nos drones nem jogue coisas neles, e não corra em direção aos helicópteros.

Se o celular tiver sinal, ligue primeiro para o número de emergência local (112 na UE). Sinais visuais e sonoros complementam uma chamada de emergência; não a substituem.

Nunca corra em direção a um helicóptero que esteja pousando ou pairando. O vento das pás levanta objetos. Só se aproxime quando a tripulação sinalizar, e apenas pela frente, dentro do campo de visão do piloto.

Não toque, não agarre nem jogue coisas nos drones — as hélices causam ferimentos. Acenar basta; alguns drones têm alto-falantes que transmitem instruções.

Materiais

  • Pano de sinalização (de cor fluorescente)(opcional)
  • Espelho de sinalização(opcional)
  • Lanterna de cabeça / lanterna de mão(opcional)
  • Manta de emergência(opcional) – O lado brilhante pode refletir a luz do sol

Passos

  1. 1

    Procurar um local aberto

    Uma clareira, um campo, uma crista, uma área de neve ou uma praia por perto — somente se for possível chegar com segurança.

  2. 2

    Estender contraste

    Estenda no chão roupas, mochila ou pano de cores vivas ou fluorescentes; se possível, um grande sinal no solo.

  3. 3

    Movimentar-se quando estiver à vista

    Quando ouvir ou vir uma aeronave ou um drone: acene com um pano ou com os dois braços, use um espelho de sinalização, pisque uma luz à noite.

  4. 4

    Mostrar que precisa de ajuda

    Os dois braços levantados na diagonal (sinal em Y) significam “sim, preciso de ajuda”; um braço para cima e outro para baixo significa “não”.

  5. 5

    Esperar as instruções

    Depois de ser avistado, fique onde está, prenda os objetos soltos e siga as instruções da tripulação.

Erros comuns

  • Ficar sentado sob as árvores enquanto um helicóptero faz a busca
  • Correr atrás da aeronave
  • Acenar de forma amigável com uma só mão (parece um cumprimento)
  • Lonas soltas durante o pouso de um helicóptero
  • Tentar pegar o drone

Limites e riscos

  • Sem dados sobre alcance de visibilidade ou tecnologia de câmeras
  • Sem orientações para operações com guincho

Fontes

  1. [1]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

  2. [2]

    International Maritime Organization (IMO) and International Civil Aviation Organization (ICAO): IAMSAR Manual (International Aeronautical and Maritime Search and Rescue Manual), Volume III – Mobile Facilities

    https://www.imo.org/en/OurWork/Safety/Pages/IAMSARManual.aspx

  3. [3]

    ICAR – International Commission for Alpine Rescue: International Commission for Alpine Rescue (ICAR) – recommendations and information (organisation website)

    https://www.alpine-rescue.org/

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-aerial-search-visibility

17 · Sinalização · Revisão especializada pendente

Ser visto no escuro: refletores, colete refletivo, luz

A pé ou de bicicleta em estradas rurais, depois de uma pane ou caminhando por uma cidade escura durante uma queda de energia: se não virem você, você corre perigo. As cores fluorescentes funcionam de dia e no crepúsculo, os refletores só quando a luz incide sobre eles (por exemplo, faróis), e as suas próprias luzes funcionam sempre. O melhor é combinar os três.

Mesmo com colete de alta visibilidade, ficar na pista é perigoso para a vida. Depois de uma pane, se possível espere atrás do guard-rail ou bem longe da estrada e ligue para o número de emergência local (112 na UE) ou para o serviço de assistência.

Se é obrigatório levar colete de alta visibilidade nos veículos e como os pedestres devem andar em estradas rurais depende de cada país — verifique as regras locais.

Materiais

  • Colete de alta visibilidade
  • Lanterna de cabeça / lanterna de mão(opcional)

Passos

  1. 1

    Equipar-se

    Colete de alta visibilidade no carro, ao alcance da mão (não no porta-malas), faixas refletivas e uma lanterna pequena na jaqueta ou na mochila.

  2. 2

    Vista antes de sair

    Depois de uma pane, vista o colete dentro do veículo e depois saia pelo lado oposto ao tráfego, se possível.

  3. 3

    Refletores em partes que se movem

    Faixas refletivas nos tornozelos e nos pulsos tornam o movimento reconhecível.

  4. 4

    Andar do jeito certo

    Em estradas sem calçada, ande conforme as regras locais — em muitos lugares, de frente para o tráfego que vem em sentido contrário —, em fila única e na beira da pista.

  5. 5

    Sua própria luz

    Acenda sua lanterna quando veículos se aproximarem; em grupo, pelo menos uma luz na frente e uma atrás.

Erros comuns

  • Roupa escura ao anoitecer
  • Colete no porta-malas
  • Confiar em refletores sem lanterna própria onde não há faróis
  • Ficar sentado no acostamento, ao lado do tráfego

Limites e riscos

  • Sem valores padronizados para classes de reflexão
  • Sem regras de trânsito vinculantes para cada país

Fontes

  1. [1]

    Department for Transport and Driver and Vehicle Standards Agency (United Kingdom): The Highway Code

    https://www.gov.uk/guidance/the-highway-code

  2. [2]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-reflective-visibility

18 · Rádio e satélite · Revisão especializada pendente

Informações de emergência pelo rádio em desastres

Se a energia, a internet ou as redes de celular falharem, um rádio a pilha ou a manivela costuma continuar sendo a fonte de informação mais confiável: as autoridades emitem alertas e instruções pelo rádio. Transmitir por conta própria só é permitido dentro das regras em vigor – elas variam de país para país.

Siga apenas fontes oficiais (autoridades, emissoras públicas ou designadas). Boatos e notícias não confirmadas podem levar a decisões perigosas.

Transmitir é regulamentado por lei: muitos serviços de rádio exigem licença ou prova, outros dispensam licença. As regras variam de país para país – verifique as regras locais.

Quando a vida ou a saúde estiverem em risco, tente sempre ligar para o número de emergência local (112 na UE); se não for possível, siga as instruções das autoridades sobre os pontos de ajuda.

Materiais

  • Rádio a pilha ou de manivela
  • Lanterna de cabeça / lanterna de mão(opcional)

Passos

  1. 1

    Preparar um rádio

    Mantenha um rádio a pilha, recarregável ou a manivela junto com seus suprimentos e guarde pilhas sobressalentes compatíveis.

  2. 2

    Anotar as emissoras

    Anote em papel as frequências das emissoras públicas regionais e guarde a anotação junto com o rádio.

  3. 3

    Ouvir com regularidade

    Durante uma ocorrência, ouça as notícias em horários determinados em vez de deixar o rádio ligado o tempo todo – isso economiza energia.

  4. 4

    Siga as instruções

    Siga as instruções das autoridades, por exemplo sobre evacuação, abrigo em local fechado ou pontos de ajuda. Repasse as informações aos vizinhos que não têm rádio.

  5. 5

    Verificar com regularidade

    Teste o rádio e as pilhas em intervalos regulares.

Erros comuns

  • Nenhum rádio independente da rede elétrica em casa
  • Pilhas descarregadas ou vazando
  • Frequências salvas apenas na internet
  • Confiar mais em boatos nas redes sociais do que em fontes oficiais
  • Transmitir sem conhecer as regras

Limites e riscos

  • Sem detalhes de frequência – elas variam por região
  • Sem orientação jurídica sobre licenças de rádio

Fontes

  1. [1]

    Bundesamt für Bevölkerungsschutz und Katastrophenhilfe (BBK), Deutschland: Ratgeber für Notfallvorsorge und richtiges Handeln in Notsituationen

    https://www.bbk.bund.de/DE/Warnung-Vorsorge/Vorsorge/Ratgeber-Checkliste/ratgeber-checkliste_node.html

  2. [2]

    U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Make a Plan (Ready.gov)

    https://www.ready.gov/plan

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-radio-disaster

19 · Rádio e satélite · Revisão especializada pendente

Radiobaliza pessoal de localização (PLB): funcionamento, registro, acionamento

Em uma emergência, a PLB envia um sinal a um sistema internacional de satélites de busca e salvamento, geralmente com a posição por GNSS. Funciona no mundo todo, sem rede de celular e, em geral, sem assinatura, mas é de mão única: você só consegue dar o alarme, não se comunicar. O registro e o uso correto são decisivos.

A PLB é destinada a perigo grave e iminente. Depois de acionada, deixe-a ligada, fique em um só lugar e mantenha a antena voltada para o céu, sem obstruções, como indicado nas instruções.

Se for acionada sem querer, desligue o aparelho e avise a central de coordenação de resgate ou o órgão de registro responsável, para que nenhuma busca seja iniciada.

As exigências de registro, os órgãos responsáveis e os tipos de aparelho permitidos variam de país para país. Verifique as regras locais e, ao viajar para o exterior, confirme se o aparelho pode ser usado lá.

Materiais

  • Baliza pessoal de localização (PLB)

Passos

  1. 1

    Registre

    Registre a radiobaliza no órgão nacional responsável e mantenha os dados de contato atualizados. Alguns órgãos também permitem informar os detalhes da viagem planejada.

  2. 2

    Verifique antes da viagem

    Faça o autoteste apenas como o fabricante descreve; confira a bateria e as datas de validade.

  3. 3

    Leve junto ao corpo

    Leve a PLB junto ao corpo (colete, alça do ombro), não em uma mochila que pode se perder em uma queda ou na água.

  4. 4

    Acione em emergência

    Estenda a antena, ative o aparelho e segure-o ou coloque-o com vista livre para o céu. Não cubra com o corpo.

  5. 5

    Deixe ligado e fique no lugar

    Deixe o aparelho ligado até ser resgatado, fique parado em um só lugar, se possível, e use também sinais visuais e sonoros.

Erros comuns

  • Não registrada
  • Bateria vencida
  • Aparelho guardado dentro da mochila
  • Desligar depois de acionar porque aparentemente nada acontece
  • Antena coberta

Limites e riscos

  • Sem informações sobre tempos de alerta ou precisão
  • Sem orientação jurídica sobre exigências de registro

Fontes

  1. [1]

    International Cospas-Sarsat Programme: International Cospas-Sarsat Programme – system information (organisation website)

    https://cospas-sarsat.int/en/about-us/about-the-programme

  2. [2]

    U.S. National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA): Search and Rescue Satellite Aided Tracking (SARSAT) – beacon information and registration

    https://www.sarsat.noaa.gov/

  3. [3]

    International Maritime Organization (IMO) and International Civil Aviation Organization (ICAO): IAMSAR Manual (International Aeronautical and Maritime Search and Rescue Manual), Volume III – Mobile Facilities

    https://www.imo.org/en/OurWork/Safety/Pages/IAMSARManual.aspx

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-plb-beacon

20 · Rádio e satélite · Revisão especializada pendente

Comunicadores via satélite e SOS via satélite no celular

Os mensageiros por satélite enviam mensagens de texto, dados de posição e – em caso de emergência – um alerta SOS a uma central de resposta a emergências por redes comerciais de satélite. Ao contrário de um PLB, em geral permitem comunicação nos dois sentidos, mas exigem assinatura. Alguns smartphones também oferecem mensagens de emergência por satélite em certos países.

Acione o modo SOS apenas em perigo real e depois deixe o aparelho ligado. Responda às perguntas da central – tipo de emergência, número de pessoas, ferimentos.

Sem assinatura ativa ou com o serviço vencido, a função SOS pode não funcionar. Verifique antes de cada viagem.

Use sinais de socorro apenas em perigo real. Alarmes falsos ocupam os socorristas e, em muitos países, podem gerar custos ou multas. Comunique imediatamente qualquer alerta acidental.

Materiais

  • Mensageiro via satélite
  • Power bank(opcional)

Passos

  1. 1

    Configure

    Ative o serviço, salve contatos de emergência e informações médicas, crie mensagens predefinidas.

  2. 2

    Testar

    Antes da viagem, envie uma mensagem de teste (não SOS) a céu aberto e peça confirmação de recebimento.

  3. 3

    Faça combinados

    Combine com seu contato quando os sinais de vida vão chegar e o que fazer se não chegarem.

  4. 4

    SOS em emergência

    Acione o SOS, deixe o aparelho com vista livre para o céu, responda às perguntas e poupe bateria.

Erros comuns

  • Assinatura vencida
  • Nunca testado
  • Enviar embaixo de árvores ou dentro da barraca e esperar entrega imediata
  • Contato de confiança não foi avisado
  • Bateria descarregada

Limites e riscos

  • Sem avaliação de aparelhos ou provedores específicos
  • Cobertura e serviços mudam

Fontes

  1. [1]

    The Mountaineers Books (2017): Mountaineering: The Freedom of the Hills, 9th edition

  2. [2]

    International Maritime Organization (IMO) and International Civil Aviation Organization (ICAO): IAMSAR Manual (International Aeronautical and Maritime Search and Rescue Manual), Volume III – Mobile Facilities

    https://www.imo.org/en/OurWork/Safety/Pages/IAMSARManual.aspx

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-satellite-messenger

21 · Rádio e satélite · Revisão especializada pendente

Rádio VHF marítimo: chamada de socorro MAYDAY – noções básicas

Na água, o rádio VHF marítimo é o meio padrão para pedir socorro: o canal 16 é reservado internacionalmente para tráfego de socorro, urgência e segurança, e os aparelhos com DSC enviam um alerta digital de socorro com o toque de um botão. MAYDAY só em caso de perigo grave e iminente. Operar o rádio exige certificado e licença em muitos países.

MAYDAY é só para perigo grave e iminente para pessoas ou para a embarcação. Para situações urgentes, mas sem risco de vida, existe o PAN PAN. O uso indevido é crime em muitos países.

Certificados de operador, licenças de equipamento e uso de canais são regulamentados em cada país. Verifique as regras locais; este verbete não substitui o treinamento de rádio. Numa emergência real, em geral qualquer pessoa pode enviar uma chamada de socorro.

Materiais

  • Rádio VHF marítimo

Passos

  1. 1

    Alerta de socorro DSC (se disponível)

    Abra a tampa do botão de socorro e mantenha-o apertado até o alerta ser enviado. Depois, permaneça no canal 16.

  2. 2

    Canal 16, potência alta

    Ajuste o rádio no canal 16 e em potência alta. Aperte o botão de transmitir e fale com calma e clareza.

  3. 3

    Mensagem MAYDAY

    "MAYDAY, MAYDAY, MAYDAY – aqui é [nome da embarcação três vezes, indicativo/MMSI] – MAYDAY [nome da embarcação] – posição – natureza do perigo – ajuda necessária – número de pessoas a bordo – outras informações – CÂMBIO."

  4. 4

    Escutar e repetir

    Solte o botão depois da mensagem e escute. Se não houver resposta, repita em intervalos curtos.

  5. 5

    Siga as instruções

    Siga as instruções da estação costeira, mantenha as transmissões curtas e economize bateria.

Erros comuns

  • Manter o botão de transmitir apertado ao tentar ouvir
  • Posição não informada ou imprecisa
  • MAYDAY em situação sem risco de vida
  • Sem certificado e sem conhecer o procedimento
  • Rádio portátil guardado sem proteção contra água

Limites e riscos

  • Sem dados de frequência e alcance além do canal 16
  • Sem orientação jurídica sobre licenças
  • Não substitui um curso de rádio

Fontes

  1. [1]

    International Maritime Organization (IMO) and International Civil Aviation Organization (ICAO): IAMSAR Manual (International Aeronautical and Maritime Search and Rescue Manual), Volume III – Mobile Facilities

    https://www.imo.org/en/OurWork/Safety/Pages/IAMSARManual.aspx

  2. [2]

    International Maritime Organization (IMO) (1972): Convention on the International Regulations for Preventing Collisions at Sea, 1972 (COLREGs) – Annex IV: Distress signals

    https://www.imo.org/en/About/Conventions/Pages/COLREG.aspx

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-marine-vhf

22 · Rádio e satélite · Revisão especializada pendente

Detector de vítimas de avalanche (DVA): noções básicas – só com treinamento

Um detector de vítimas de avalanche (DVA) emite um sinal no modo normal e pode localizar outros aparelhos no modo de busca. Só ajuda se todos do grupo usarem um, ligado e verificado, se pá e sonda forem levadas – e se o grupo praticar regularmente o resgate entre companheiros. Este verbete explica o princípio; a busca em si se aprende em um curso.

Um DVA não evita avalanches. A medida mais importante é evitar terreno perigoso: leia o boletim de avalanche, avalie o terreno e volte se tiver dúvida.

Se uma avalanche soterrar alguém, acione o socorro imediatamente (número local de emergência, 112 na UE) – se possível uma pessoa faz isso enquanto as outras buscam. O resgate entre companheiros começa de imediato, porque o tempo é crítico.

Celulares, rádios e outros aparelhos eletrônicos podem interferir no DVA. Mantenha as distâncias indicadas pelo fabricante, principalmente no modo de busca.

Materiais

  • Detector de vítimas de avalanche (DVA)
  • Pá de neve – Pá de avalanche, parte do equipamento básico

Passos

  1. 1

    Usar junto ao corpo

    Use o aparelho no arnês, sob a camada externa de roupa, não na mochila.

  2. 2

    Verificação em grupo antes de partir

    Antes de cada saída, verifique a pilha e a função de transmitir e receber de cada aparelho do grupo, como aprendido no curso.

  3. 3

    Transmitir durante o percurso

    Durante a trilha, o aparelho fica em transmissão. Mude para busca somente numa emergência real.

  4. 4

    Numa emergência real: alarme e busca

    Acionar o socorro, observar a área da avalanche, colocar os aparelhos em busca, buscar seguindo o procedimento treinado, sondar e escavar.

  5. 5

    Praticar regularmente

    Pratique várias vezes por temporada, inclusive com vários soterrados, como se faz em cursos.

Erros comuns

  • Aparelho na mochila
  • Pilha não verificada
  • Sair sem pá e sonda
  • Nunca ser praticada
  • Sentir-se mais seguro por causa do aparelho e arriscar mais

Limites e riscos

  • Sem instruções detalhadas de busca
  • Sem avaliação de avalanche
  • Sem instruções de primeiros socorros

Fontes

  1. [1]

    ICAR – International Commission for Alpine Rescue: International Commission for Alpine Rescue (ICAR) – recommendations and information (organisation website)

    https://www.alpine-rescue.org/

  2. [2]

    The Mountaineers Books (2017): Mountaineering: The Freedom of the Hills, 9th edition

  3. [3]

    European Avalanche Warning Services (EAWS): European Avalanche Danger Scale

    https://www.avalanches.org/standards/avalanche-danger-scale/

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-avalanche-transceiver

23 · Rádio e satélite · Revisão especializada pendente

Rádios portáteis em grupo e em família: uso e disciplina de rádio

Rádios portáteis simples (na Europa, por exemplo, PMR446; em outros lugares, outros sistemas) mantêm grupos e famílias em contato a curtas distâncias sem rede de celular. Para que funcionem numa emergência, você precisa de aparelhos permitidos, um canal combinado com um canal reserva, horários fixos de chamada e mensagens curtas e claras. Quem estiver ouvindo escuta tudo – o rádio não é privado.

O rádio é regulamentado por lei. Quais aparelhos dispensam licença, com que potência e em quais frequências, varia de país para país. Verifique as regras locais; aparelhos comprados em outros países não são automaticamente permitidos.

Nos canais gerais de rádio, nem sempre há alguém ouvindo. Numa emergência, tente primeiro o número local de emergência (112 na UE).

Materiais

  • Rádio portátil de comunicação bidirecional (walkie-talkie)
  • Pilhas de reserva(opcional)

Passos

  1. 1

    Configure

    Ajuste todos os aparelhos no mesmo canal (e no mesmo subcódigo, se usado), combine um canal reserva e anote os dois num cartão.

  2. 2

    Combinar horários de chamada

    Combinem horários fixos (por exemplo, na hora cheia) em que todos ligam o aparelho. Isso poupa bateria.

  3. 3

    Primeiro ouvir, depois falar

    Antes de transmitir, escute um instante para ver se o canal está livre. Aperte o botão de falar, espere um momento e então fale.

  4. 4

    Curto e claro

    Quem está chamando quem, a mensagem, "câmbio". Peça que repitam os detalhes importantes (local, hora).

  5. 5

    A emergência tem prioridade

    Se você ouvir uma emergência, mantenha o canal livre e ajude, por exemplo, avisando o socorro por telefone.

Erros comuns

  • Achar que subcódigos garantem privacidade
  • Nenhum canal reserva combinado
  • Sempre ligado, bateria descarregada
  • Conversas longas ocupando o canal
  • Comprar aparelhos não permitidos

Limites e riscos

  • Sem dados de alcance, canais ou potência
  • Sem aconselhamento jurídico

Fontes

  1. [1]

    U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Are You Ready? An In-Depth Guide to Citizen Preparedness

    https://www.ready.gov/sites/default/files/2021-11/are-you-ready-guide.pdf

  2. [2]

    Bundesamt für Bevölkerungsschutz und Katastrophenhilfe (BBK), Deutschland: Ratgeber für Notfallvorsorge und richtiges Handeln in Notsituationen

    https://www.bbk.bund.de/DE/Warnung-Vorsorge/Vorsorge/Ratgeber-Checkliste/ratgeber-checkliste_node.html

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-two-way-radio

24 · Energia e planejamento · Revisão especializada pendente

Continuar sendo encontrado: plano da viagem, ficar parado, deixar pistas

O resgate começa antes de você sair: deixar um plano da viagem significa que darão sua falta mais cedo e a busca será mais precisa. Numa emergência, geralmente ajuda ficar num lugar bem visível, preparar sinais e continuar acessível. Se precisar se deslocar, deixe bilhetes e marcações.

Se o celular tiver sinal, ligue primeiro para o número de emergência local (112 na UE). Sinais visuais e sonoros complementam uma chamada de emergência; não a substituem.

Ficar no lugar só é certo se o local for seguro. Em caso de perigo por água, fogo, avalanche ou queda de pedras, vá primeiro para um ponto seguro nas proximidades e, se possível, avise ou marque onde você está.

Esperar significa esfriar. A proteção contra vento, umidade e frio do chão vem em primeiro lugar; prepare os sinais para poder usá-los de dentro do seu abrigo.

Materiais

  • Apito de sinalização
  • Telefone celular
  • Caderno de anotações e lápis(opcional) – Para deixar anotações no local
  • Pano de sinalização (de cor fluorescente)(opcional)

Passos

  1. 1

    Deixe um plano do passeio

    Passe a um contato seu trajeto, alternativas, participantes, equipamento, veículo e horário-limite de retorno – com instruções sobre quando ligar para o número de emergência local (112 na UE).

  2. 2

    Fique no lugar em caso de emergência

    Se alguém sabe onde você está e o lugar é seguro: fique. Escolha um ponto bem visível por perto, por exemplo na beira de uma clareira ou ao lado de uma trilha.

  3. 3

    Preparar sinais

    Apito pendurado no pescoço, lanterna ao alcance, pano ou sinais no chão já estendidos. Responda imediatamente quando ouvir quem está procurando.

  4. 4

    Continuar acessível

    Ligue o celular nos horários combinados ou mantenha-o no modo de economia de energia e atenda às ligações de retorno, inclusive de números desconhecidos.

  5. 5

    Se você precisar ir: deixe pistas

    Deixe um bilhete no ponto de partida com a hora e a direção, forme setas com pedras ou galhos e, se possível, permaneça nas trilhas.

Erros comuns

  • Não avisar ninguém
  • Mudar o plano sem avisar o contato
  • Andar sem rumo
  • Esconder-se de quem procura (comum em crianças com medo de levar bronca)
  • Não avisar que voltou – alarme falso

Limites e riscos

  • Não existe regra geral para ficar ou ir embora
  • Não substitui uma chamada de emergência

Fontes

  1. [1]

    U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Make a Plan (Ready.gov)

    https://www.ready.gov/plan

  2. [2]

    The Mountaineers Books (2017): Mountaineering: The Freedom of the Hills, 9th edition

  3. [3]

    Headquarters, Department of the Army (USA) (2002): FM 3-05.70 Survival

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-staying-findable

25 · Energia e planejamento · Revisão especializada pendente

Plano de energia para comunicação de emergência: baterias, frio, reserva

Celular, lanterna, GPS e aparelho de satélite só ajudam enquanto têm energia. Um plano de energia simples – começar com tudo carregado, levar reserva, reduzir o consumo, manter as baterias aquecidas e não tocar numa reserva fixa de emergência – muitas vezes decide se ainda será possível fazer uma chamada de emergência.

Defina uma reserva usada somente para chamadas de emergência e resgate – por exemplo, um power bank ou um nível mínimo de carga do celular – e respeite-a.

Não continue usando nem carregando baterias de lítio danificadas, estufadas ou muito quentes – risco de incêndio. Não carregue baterias dentro do saco de dormir se elas esquentarem.

Materiais

  • Power bank
  • Pilhas de reserva
  • Telefone celular
  • Saco estanque(opcional)

Passos

  1. 1

    Começar com tudo carregado

    Antes da viagem, carregue todos os aparelhos e power banks, verifique as pilhas sobressalentes e leve os cabos.

  2. 2

    Reduzir o consumo

    Modo de economia de energia, brilho de tela baixo, desligue rádios e aplicativos em segundo plano desnecessários. Use mapas offline em vez de carregar online.

  3. 3

    Mantenha o calor

    Leve o celular e as pilhas sobressalentes junto ao corpo (bolso interno) e leve-os para dentro do saco de dormir à noite.

  4. 4

    Horários fixos

    Sem sinal, não deixe o celular procurando rede o tempo todo: use o modo avião e ligue-o por pouco tempo em horários combinados – se um contato souber desse combinado.

  5. 5

    Não toque na reserva

    Use a reserva fixa de emergência apenas para chamadas de emergência, localização e contato com os socorristas.

Erros comuns

  • Ter saído com a bateria pela metade
  • Power bank descarregado porque nunca foi verificado
  • Celular no bolso externo com geada
  • Bateria gasta com fotos e vídeos
  • Cabo errado ou nenhum cabo

Limites e riscos

  • Sem dados de duração ou de capacidade
  • Configurações específicas de cada aparelho não são descritas

Fontes

  1. [1]

    Ready.gov – U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Build A Kit

    https://www.ready.gov/kit

  2. [2]

    Bundesamt für Bevölkerungsschutz und Katastrophenhilfe (BBK), Deutschland: Ratgeber für Notfallvorsorge und richtiges Handeln in Notsituationen

    https://www.bbk.bund.de/DE/Warnung-Vorsorge/Vorsorge/Ratgeber-Checkliste/ratgeber-checkliste_node.html

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-battery-planning

26 · Energia e planejamento · Revisão especializada pendente

Quando as redes estão sobrecarregadas: mensagens em vez de ligações

Depois de grandes eventos, todo mundo tenta ligar ao mesmo tempo e as redes ficam sobrecarregadas. Nessas horas, mensagens de texto curtas muitas vezes chegam quando as ligações não completam. Com uma pessoa de contato combinada fora da área, mensagens curtas de situação e linhas livres para chamadas de emergência, você alcança sua família com mais segurança.

Em perigo imediato, não conte com mensagens para parentes; ligue para o número de emergência local (112 na UE). Não use números de emergência para pedir informações gerais.

As informações de fontes oficiais (aplicativos de alerta, rádio, sites de autoridades) têm prioridade sobre mensagens repassadas em conversas.

Materiais

  • Telefone celular
  • Power bank(opcional)
  • Caderno de anotações e lápis(opcional) – Números importantes no papel

Passos

  1. 1

    Planejar antes

    Combine uma pessoa de contato fora da região, para quem todos avisam. Guarde os números em papel e no telefone.

  2. 2

    Primeiro a mensagem

    Depois de um evento, envie uma mensagem curta: “Em [local], ileso, aviso de novo às [hora]”.

  3. 3

    Mantenha as ligações curtas

    Se uma ligação for necessária, seja breve e diga primeiro o essencial.

  4. 4

    Compartilhe a situação uma vez só

    Um aviso de situação para a família ou para um grupo combinado evita muitas ligações individuais.

  5. 5

    Poupe a bateria

    Deixe a tela escura, feche os aplicativos desnecessários, confira nos horários combinados.

Erros comuns

  • Ligar de novo e de novo quando a chamada não completa
  • Mensagens longas de voz e de vídeo
  • Números só no telefone
  • Repassar boatos
  • Bloquear a linha de emergência com pedidos de informação

Limites e riscos

  • Sem afirmações sobre priorização técnica em redes específicas
  • Ineficaz quando a rede está totalmente fora do ar

Fontes

  1. [1]

    Ready.gov – U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Make A Plan

    https://www.ready.gov/plan

  2. [2]

    U.S. Federal Emergency Management Agency (FEMA): Are You Ready? An In-Depth Guide to Citizen Preparedness

    https://www.ready.gov/sites/default/files/2021-11/are-you-ready-guide.pdf

  3. [3]

    European Commission: 112 – the European emergency number

    https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/112

Rev. 1 · Versão online: https://survivebetter.com/pt/explore/signals/sig-congested-networks