A região define os números de emergência, as unidades e as observações regionais – independentemente do idioma.
Cola para a mochila
Cola: Abrigo e proteção
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SurviveBetter · Cola
Abrigo e proteção
survivebetter.com Atualizado em 2026-10-17
Emergência 112 (UE) · Áustria: ambulância 144. Uma cola só serve para lembrar – ela não substitui treinamento.
1Interromper a condução – Nunca sente nem deite diretamente no chão, na neve ou na rocha.
2Reduzir a convecção – Escolha um local protegido, volte o lado fechado do abrigo para o vento e use uma camada externa corta-vento.
3Bloquear a radiação – Um teto sobre o local de dormir reduz a perda de calor por radiação para o céu limpo da noite.
4Limitar a evaporação – Tire camadas antes de suar, troque a roupa molhada assim que tiver roupa seca e vista a capa de chuva cedo.
Perigo: A hipotermia pode se desenvolver mesmo acima de zero grau, principalmente com umidade e vento. Tremor forte, confusão, falta de coordenação ou sonolência são sinais de alerta: saia do vento e da umidade e chame o serviço de emergência se o quadro piorar.
2Olhar para cima – Verifique as árvores, os galhos e as encostas acima do local: galhos mortos, árvores mortas, pedras soltas, sinais de queda de pedras ao pé…
3Olhar para baixo – Evite baixadas, ravinas, leitos de riacho e linhas de entulho deixadas por enchentes.
4Avaliar o vento – Identifique a direção do vento e aproveite a proteção natural do terreno, de rochas ou de vegetação densa, sem descer para uma baixada onde…
5Encontrar uma área plana para dormir – Escolha uma área plana e ligeiramente elevada, onde a água da chuva escoe em vez de empoçar.
6Respeitar as regras – Siga as regras locais sobre pernoite, fogo e áreas protegidas – elas variam muito entre países e regiões.
Perigo: Nunca acampe debaixo de galhos secos ou de árvores mortas e inclinadas. Eles podem cair sem aviso, principalmente com vento, chuva ou peso de neve.
1Reconhecer – Com muita neve fresca e coníferas densas, conte com buracos junto às árvores mesmo que nenhuma cavidade esteja visível.
2Manter distância – Na neve profunda, mantenha a maior distância possível dos troncos, principalmente ao descer.
3Parceiro à vista – Desloque-se em dupla ou em grupo, de modo que vocês se vejam e se ouçam.
4Se você cair – Se possível, agarre-se aos galhos ou ao tronco, use as mãos para criar um espaço de ar na frente do rosto, mantenha a calma para não…
5Evitar como abrigo – Para um bivaque de emergência, escolha um local protegido ao lado da árvore, não no funil, e fique atento à neve nos galhos acima.
Perigo: Uma queda de cabeça em um buraco junto à árvore pode levar à sufocação na neve. Mantenha distância das árvores na neve profunda, nunca ande sozinho em floresta com neve profunda e mantenha os companheiros sempre à vista.
1Verificar acima – Verifique se a rocha tem rachaduras, blocos soltos e superfícies de fratura recentes; procure no chão por pedras caídas.
2Verificar os caminhos da água – Não acampe em ravinas, leitos de riacho ou depressões; procure detritos e marcas de cheia.
3Ficar atento aos animais – Pegadas, fezes ou ninhos são sinal de que o lugar já está em uso – então siga adiante.
4Usar só a parte da frente – Fique sob a saliência aberta; não entre em áreas escuras nem em túneis.
5Isolar e fechar – Coloque por baixo um isolante térmico (colchonete) ou material seco; feche o lado aberto contra o vento com um tarp, uma mochila ou uma…
Perigo: Fique atento à queda de pedras sob saliências: superfícies de fratura recentes, pedras no chão e blocos soltos são sinais de alerta. A queda de pedras é mais frequente com ciclos de congelamento e degelo e com chuva.
1Escolher o local e a orientação – Escolha um local seguro entre duas árvores firmes.
2Esticar a corda de cumeeira – Amarre a corda em uma árvore com um lais de guia ou um nó de cravo e estique-a na outra com um nó de tensão ajustável ou duas meias-voltas.
3Estender a lona – Estenda a lona no centro da corda, de modo que os dois lados caiam igualmente.
4Fixar os cantos – Puxe os quatro cantos na diagonal, para fora, e fixe-os com estacas de barraca ou galhos afiados.
5Esticar sem rugas – Estique os painéis para que não se formem bolsões onde a água possa se acumular.
6Gotejador e chão – Pendure um pedaço curto de cordinha na corda de cumeeira, logo antes da lona, para que a água que escorre pela corda pingue ali.
7Esticar de novo – Reajuste a tensão depois de um tempo e quando o tempo mudar – cordas e lonas molhadas esticam.
Cuidado: Use como ancoragem apenas árvores saudáveis e vivas e verifique se há galhos mortos acima antes de montar.
1Determine a direção do vento – Verifique a direção do vento e avalie se ela provavelmente se mantém.
2Esticar a corda de cumeeira – Estique a corda entre duas árvores, atravessada ao vento, com um nó de laço fixo (lais de guia) ou um nó de cravo em uma ponta e um nó de…
3Prender a borda alta – Prenda uma borda longa da lona na corda de cumeeira e fixe os cantos na corda ou nas árvores com cordinhas curtas.
4Fixar o lado do vento – Estique a borda oposta bem rente ao chão, do lado do vento, e fixe-a com estacas ou galhos.
5Vedar a borda e o chão – Fixe a borda baixa com estacas, sem deixar frestas, para que o vento não entre por baixo.
6Observe o tempo – Se o vento mudar, remonte a lona a tempo – por exemplo, como A-frame – em vez de ser pego de surpresa à noite.
Cuidado: Use como ancoragem apenas árvores saudáveis e vivas e verifique se há galhos mortos acima antes de montar.
1Determine a direção do vento – Descubra de onde vêm o vento e a chuva.
2Fixe o canto baixo – Finque firmemente no chão o canto que está voltado para o vento.
3Levante o canto alto – Amarre o canto oposto a uma árvore ou estaca na altura entre sentado e o peito.
4Prenda os cantos laterais – Estaqueie os dois cantos laterais para fora e um pouco para trás, até os painéis ficarem lisos.
5Reesticar e conferir – Alise as rugas, aperte os nós, deite-se sob o tarp e confira se os pés e a cabeça estão cobertos.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Esticar a corda de cumeeira – Amarre uma corda entre duas árvores, na altura do peito até a dos ombros, atravessada em relação à direção do vento.
2Posicionar o tarp de forma desigual – Coloque o tarp sobre a corda de modo que só um toldo curto fique pendurado na frente e a parte longa alcance o chão nos fundos.
3Estaquear a parede dos fundos – Estaqueie a parede dos fundos bem esticada ao longo da linha do chão, de modo que ela caia em ângulo íngreme.
4Dobrar o chão – Dobre o restante do tarp para a frente, por baixo do teto, como lona de chão.
5Esticar o toldo – Estique o toldo curto para a frente e para baixo com duas cordas.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Escolher o lado do tempo – Descubra de onde vêm o vento e a chuva.
2Esticar a corda de cumeeira baixa – Estique uma corda de cumeeira ou fixe um mastro na entrada.
3Dobrar a ponta para dentro – Dobre a ponta de trás do tarp em forma de triângulo, para que a ponta fique fechada, e estaqueie os cantos dobrados.
4Estaquear os lados – Estaqueie os lados bem esticados e de forma uniforme: primeiro os cantos, depois os pontos do meio.
5Verificar o interior – Deite-se por dentro, confira o comprimento, mantenha a ventilação na entrada e reestique depois de chuva e vento.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Esticar a corda de cumeeira – Estique uma corda de cumeeira entre duas árvores, na altura do peito até a da cabeça, com as costas voltadas para o vento.
2Posicionar o tarp deslocado – Coloque o tarp sobre a corda de modo que sobre material suficiente atrás para a parede dos fundos e nas laterais para as paredes.
3Estaquear a parte de trás – Estaqueie a parte de trás bem esticada até o chão.
4Puxar as laterais para baixo – Puxe os cantos laterais para a frente e para baixo e estaqueie-os, de modo que as laterais fiquem fechadas.
5Fixar a frente – Estique a borda da frente um pouco para a frente com cordas, para que ela não fique batendo.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Escolher as árvores – Escolha duas árvores saudáveis e vivas, sem galhos mortos acima.
2Pendurar a rede – Pendure com uma folga moderada; redes muito esticadas são desconfortáveis e sobrecarregam mais as árvores e a fixação.
3Armar o tarp por cima – Monte uma corda de cumeeira acima da rede e arme o tarp em formato de A ou de losango, de modo que as duas pontas fiquem cobertas.
4Colocar cordas de gotejamento – Cordas curtas na fixação impedem que a água da chuva escorra pelas fitas para dentro da rede.
5Isolar por baixo – Coloque uma isolante térmico (colchonete) dentro da rede ou prenda um underquilt e, por cima, o saco de dormir.
6Testar – Coloque o peso com cuidado, deite-se na diagonal (a rede fica mais plana) e verifique se o tarp cobre o suficiente.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Escolher o local – Um local plano, ligeiramente elevado, protegido do vento, sem risco de queda de pedras ou de galhos, e não em depressões.
2Colocar o isolante térmico – Coloque o isolante térmico dentro do saco de bivaque ou por baixo dele e depois o saco de dormir.
3Proteger o equipamento – Guarde calçados e equipamento secos em um saco estanque ou na mochila, com a lanterna ao alcance da mão.
4Ajustar a abertura – Ajuste a abertura da cabeça de modo que a chuva fique de fora, mas o ar fresco chegue ao seu rosto.
5Arejar de manhã – Areje o saco de bivaque e o saco de dormir e seque-os quando possível.
Perigo: Nunca feche totalmente o rosto e a abertura de respiração. Nunca puxe o saco de bivaque sobre a cabeça, a menos que ele tenha sido projetado para isso; nunca ponha sacos plásticos sobre a cabeça.
1Procure um local abrigado – Aproveite o abrigo natural contra o vento, mas não uma depressão do terreno; olhe para cima à procura de galhos mortos.
2Orientar – Extremidade baixa ou estreita voltada para o vento, entrada no lado oposto ao vento.
3Fixe primeiro o lado do vento – Estenda a barraca no chão e finque primeiro os cantos do lado do vento; nunca solte a barraca.
4Encaixe as varetas – Encaixe as varetas e levante a barraca.
5Ancore todos os cabos – Use e estique todos os cabos de ancoragem; finque as estacas inclinadas para longe da barraca e, em solo mole, fixe-as com pedras ou como…
6Ventile e mantenha distância – Mantenha as aberturas de ventilação abertas; a tenda interna não pode encostar no sobreteto.
7Verifique durante a noite – Reaperte os cabos conforme o vento aumenta; sacuda a neve do sobreteto.
Perigo: Uma barraca não protege contra raios. Em trovoadas, evite cristas, cumes, árvores isoladas e áreas abertas e abrigue-se a tempo em uma construção ou em um veículo.
1Verificar as árvores – Escolha duas árvores vivas e saudáveis, sem galhos secos acima.
2Colocar as fitas nas árvores – Passe fitas largas em volta dos troncos, mais ou menos na altura da cabeça.
3Ajustar o caimento – Arme a rede com um caimento bem visível, em vez de esticá-la; a fixação deve descer em ângulo.
4Conferir a altura – Com carga, a rede deve ficar mais ou menos na altura de sentar.
5Isolar por baixo – Prenda um underquilt por fora ou coloque um isolante térmico dentro da rede.
6Deitar na diagonal – Deite na diagonal – a cabeça levemente para um lado do centro, os pés para o outro.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Verificar o local – Plano, ligeiramente elevado, sem pedras nem raízes, fora de depressões e leitos de riachos, sem galhos secos acima.
2Estender – Estenda o piso protetor e a barraca; o piso protetor não pode sobrar além da borda da barraca, senão junta água da chuva sob o piso.
3Fincar as estacas – Finque as estacas na vertical ou levemente inclinadas para longe da barraca, com a corda em ângulo reto em relação à estaca.
4Erguer varetas e barraca – Encaixe as varetas conforme as instruções; encaixe bem as juntas para que não rachem.
5Fixar com cordas – Prenda todas as cordas de fixação e estique-as por igual até o sobreteto ficar sem rugas e sem encostar no teto interno.
6Abrir as ventilações – Abra as ventilações, mesmo com tempo frio, para reduzir a condensação.
7Esticar de novo – Estique de novo depois de uma hora e antes de dormir – muitos tecidos de barraca esticam quando estão molhados e frios.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Escolher um local seguro – Terreno plano, longe de encostas, pés de encosta, cornijas e árvores carregadas de neve.
2Pisar uma plataforma – Pise com esquis ou raquetes de neve uma área plana maior que a barraca e, se houver tempo, deixe-a assentar um pouco.
3Preparar as âncoras – Amarre as cordas em gravetos, esquis, bastões ou sacos cheios de neve e enterre-os na transversal em relação à direção da tração.
4Armar a barraca – Proteja a barraca contra o vento (segure-a ou amarre-a sempre), ancore primeiro o lado do vento, depois erga-a e estique todas as cordas.
5Escavar a abside – Cave um buraco na abside – facilita sentar e calçar as botas.
6Verifique durante a noite – Mantenha as ventilações abertas, sacuda a neve acumulada e estique as cordas de novo.
Perigo: Terreno com risco de avalanche não é tratado neste verbete. Nunca acampe sobre ou abaixo de encostas, sob cornijas ou em ravinas. Quem se desloca em terreno íngreme e nevado precisa de treinamento em avalanches e do boletim de avalanches atualizado.
1Escolher o local – Protegido do vento, sem galhos secos e com pontos de ancoragem a uma distância adequada.
2Levantar os cantos – Prenda os cantos em árvores ou em varas, com duas cordas de fixação em cada um.
3Criar um caimento – Deixe um lado mais baixo que o outro, para que a chuva escorra numa só direção – não para o caminho nem para a área onde as pessoas ficam…
4Levantar o centro – Em lonas grandes, levante o centro com uma vara ou com uma corda puxando para cima, para que não se formem bolsões de água.
5Esticar e verificar – Estique de novo por igual e, quando chover, verifique se a água está se acumulando em algum ponto.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Observe o tempo – Antes de dormir, observe as nuvens, a direção do vento e a previsão do tempo; organize o equipamento de modo que possa ser alcançado no…
2Reagir cedo – Aja nas primeiras rajadas ou gotas, não só quando o saco de dormir estiver molhado.
3Abaixar – Abaixe a corda da cumeeira ou encurte as estacas; a superfície fica mais inclinada e menor.
4Feche o lado do tempo – Prenda o lado do vento até o chão, dobre uma das extremidades para dentro ou passe para uma forma fechada.
5Acrescentar cordas de estaiamento – Acrescente cordas nos pontos de fixação do meio e tensione de novo todos os nós.
6Verifique durante a noite – Se estiver chovendo, verifique de vez em quando se a água está se acumulando ou se as cordas estão afrouxando.
Perigo: Não monte a barraca sob árvores mortas nem sob galhos quebrados ou pendurados – eles podem cair sem aviso com vento ou sob o peso de neve ou gelo. Olhe para cima antes de montar.
1Decida cedo – Se ficar claro que o destino não pode ser alcançado com segurança, pare cedo, enquanto ainda há luz do dia, energia e roupa seca.
2Procure um local abrigado – Aproveite a proteção de rochas, do relevo ou de vegetação densa, mas evite depressões, grotas e perigos vindos de cima.
3Isolar do chão – Sente-se ou deite-se sobre um isolante térmico, uma mochila, uma corda ou uma camada grossa de vegetação seca – nunca diretamente no chão.
4Vestir toda a roupa – Vista roupa seca de reserva, gorro e luvas antes de fechar a cobertura.
5Colocar a cobertura – Entre no saco de bivaque ou no saco de lixo até os ombros, ou envolva o corpo com firmeza na manta de emergência.
6Ficar juntos e visíveis – Em grupo, fiquem bem juntos.
7Acompanhar o estado – Observem uns aos outros quanto a tremores, confusão e sonolência e chamem o serviço de emergência se a situação piorar.
Perigo: Nunca puxe um saco ou uma folha de plástico sobre a cabeça – risco de sufocamento. Cabeça e rosto ficam sempre para fora. Se quiser usar um saco de lixo como capa de chuva, primeiro corte um furo por onde passe a cabeça inteira e nunca entre nele de cabeça.
1Escolher o local – Escolha um local plano, seco e um pouco elevado, perto de muitas folhas e madeira morta, longe de depressões, riachos e galhos mortos acima.
2Colocar a viga-mestra – Apoie um tronco firme, um pouco mais comprido do que a sua altura, com uma ponta em um suporte seguro (como um toco ou um galho bifurcado)…
3Conferir o tamanho – Deite-se por baixo para testar.
4Apoiar as "costelas" – Apoie galhos bem inclinados contra a viga-mestra dos dois lados, bem juntos.
5Cobrir com uma camada grossa de folhas – Empilhe folhas secas bem grossas sobre a armação; uma camada fina não basta.
6Isolar o chão – Encha o interior com uma camada grossa de folhas secas que não seja totalmente comprimida pelo peso do corpo.
7Fechar a entrada – Um monte de folhas ou uma mochila na abertura, que você possa puxar para dentro por dentro, bloqueia o vento.
Perigo: A viga-mestra precisa suportar com segurança o peso da camada de cobertura e estar firmemente apoiada nas duas extremidades. Verifique a estabilidade antes de entrar. Não use troncos podres.
1Avaliar se vale a pena construir – Verifique antes as alternativas: voltar, um abrigo, um veículo, um bivaque de emergência protegido do vento.
2Escolher um local seguro – Escolha apenas terreno plano ou com inclinação muito suave, sem encostas, cornijas ou ravinas acima.
3Tirar camadas antes de cavar – Tire as camadas isolantes antes de cavar e guarde-as secas; mantenha a camada externa impermeável.
4Escolher a forma mais simples – Uma trincheira simples na neve, coberta com lona, lençol ou blocos de neve, costuma ser mais rápida de fazer e menos sujeita a desabar do…
5Garantir a ventilação – Faça um orifício de ventilação no teto e mantenha-o desobstruído com regularidade, por exemplo com um bastão.
6Isolar da neve – Deite-se sobre um isolante térmico, uma mochila ou outro material isolante, nunca diretamente sobre a neve.
7Marcar e avisar – Marque a entrada e o teto do lado de fora e, se possível, envie sua localização para os socorristas ou para contatos.
Perigo: Terreno com risco de avalanche não é abordado neste verbete. Nunca construa abrigos em encostas, abaixo delas, sob cornijas ou em ravinas. Quem se desloca em terreno nevado íngreme precisa de treinamento em avalanches e de boletins de avalanche atualizados.
1Informar-se – Use o rádio, aplicativos de alerta ou sites oficiais para saber quanto tempo a queda deve durar e se há centros de aquecimento, abrigos de…
2Escolher um cômodo – Use como espaço de convivência um cômodo pequeno, com o mínimo possível de paredes externas e janelas.
3Reduzir correntes de ar – Feche as cortinas, principalmente à noite, e reduza as correntes de ar nas frestas das portas com cobertores ou toalhas.
4Vestir camadas – Vista várias camadas, gorro, meias e pantufas.
5Dormir aquecido – Use sacos de dormir e vários cobertores, e mantenha as camas longe de paredes externas frias.
6Comer e beber – Coma com regularidade e tome bebidas quentes de garrafas térmicas enquanto houver.
7Vizinhos e pessoas vulneráveis – Verifique como estão vizinhos idosos ou que moram sozinhos.
Perigo: Nunca use churrasqueiras a carvão ou a gás, fogareiros de camping, aquecedores de área externa ou geradores dentro de casa, no porão, na garagem ou em uma barraca, nem mesmo com a janela aberta. O monóxido de carbono é invisível, não tem cheiro e pode ser letal.
1Procurar abrigo do vento – Escolha um local atrás de rochas, do relevo ou de vegetação densa; verifique acima se há galhos mortos.
2Fechar o capuz – Aperte bem o capuz e amarre-o para que não passe água.
3Prender a borda alta – Para um abrigo de uma água, prenda uma borda longa a uma corda esticada entre duas árvores ou estacas.
4Prender a borda baixa – Fixe no chão a borda oposta, do lado de onde vem o tempo ruim.
5Isolar o chão – Coloque por baixo um isolante térmico, a mochila ou material vegetal seco.
Perigo: Um poncho não isola do frio. No frio, ele só protege da umidade – o isolamento do chão e roupas secas são decisivos. Diante de sinais de hipotermia, ligue para o número de emergência local (112 na UE).
1Verificar permissão e risco – Construa somente onde fogueiras e coleta de material são permitidas.
2Montar a estrutura – Coloque uma vara de cumeeira resistente entre duas árvores ou apoios bifurcados e incline as varas do telhado em ângulo até o chão, com as…
3Cobrir de forma densa – Cubra de baixo para cima, como telhas, com galhos ou folhas, para a chuva escorrer.
4Preparar o local da fogueira – Faça o local da fogueira a certa distância da frente do abrigo, sobre solo mineral limpo, e retire do entorno todo material combustível.
5Construir o refletor – Construa uma parede de toras empilhadas ou pedras atrás do fogo para devolver o calor em direção ao abrigo.
6Vigília do fogo e como apagar – Mantenha o fogo pequeno e vigie-o o tempo todo.
Perigo: O telhado de material seco pega fogo com muita facilidade. Mantenha distância suficiente entre o fogo e o abrigo, fique atento a faíscas, nunca deixe o fogo sem vigilância e tenha material para apagar à mão.
1Escolher o local – Local plano e seco, sem depressão, sem árvores mortas acima, madeira morta por perto.
2Erguer os apoios – Em cada ponta, monte um bípode com duas varas cruzadas e amarradas no alto – ou use galhos bifurcados ou um toco firme.
3Colocar a viga-mestra – Coloque uma vara de cumeeira resistente nas forquilhas e fixe-a.
4Apoiar as varas do telhado – Apoie varas de forma densa e inclinada nos dois lados.
5Cobrir – Cubra de baixo para cima, sobrepondo, com galhos, pedaços de casca de madeira morta ou folhas; se tiver, coloque uma lona sob a camada…
6Isolar o chão – Uma camada grossa de material seco ou um isolante térmico como superfície para dormir.
Perigo: A vara de cumeeira e os apoios precisam sustentar com segurança o peso da cobertura. Não use varas podres; verifique a estabilidade antes de deitar lá dentro.
1Montar o tripé – Amarre três varas principais no topo, erga-as e abra as pontas inferiores de forma uniforme.
2Encostar mais varas – Encoste mais varas na forquilha do topo; deixe uma entrada no lado oposto ao vento.
3Cobrir – Envolva com uma lona ou cubra de baixo para cima, como telhas, com material natural.
4Deixar a ventilação aberta – Não feche totalmente o topo e a entrada, para reduzir a condensação.
5Isolar o chão – Estenda um isolante térmico ou uma camada grossa e seca.
Perigo: O topo precisa ser bem amarrado e as varas devem ficar bem distribuídas; uma armação que desaba pode causar ferimentos. Verifique a estabilidade antes de cobrir.
1Ponderar – Verifique alternativas como voltar, um refúgio, um veículo ou um bivaque de emergência abrigado do vento.
2Escolher um local seguro – Terreno plano, sem encostas, cornijas ou canais acima; longe de pistas de esqui, trilhas e rastros de veículos.
3Tirar camadas de roupa – Guarde as roupas isolantes secas, mantenha a camada externa impermeável vestida e trabalhe devagar.
4Cave a trincheira – Cave uma trincheira estreita, um pouco mais comprida que o seu corpo.
5Cobrir – Estenda uma lona sobre a trincheira e prenda as bordas com neve, usando bastões ou esquis como apoio; como alternativa, encoste blocos de…
6Ventilação e entrada – Mantenha uma abertura de ventilação desobstruída e não vede completamente a entrada.
7Isolar e marcar – Deite-se sobre um isolante térmico ou uma mochila, leve a pá para dentro e marque o local do lado de fora.
Perigo: Terreno de avalanche não é abordado neste verbete. Nunca construa sobre ou abaixo de encostas, sob cornijas ou em canais. Quem se desloca em terreno íngreme com neve precisa de treinamento em avalanches e da previsão de avalanche atual.
1Escolher um local seguro – Terreno plano, sem encostas acima, sem árvores carregadas de neve diretamente por cima.
2Amontoar a neve – Jogue neve com a pá formando um monte grande e redondo, misturando-a enquanto trabalha.
3Colocar marcadores de espessura – Enfie gravetos do mesmo comprimento na vertical no monte, por toda a volta, até ficarem rentes à superfície.
4Deixar assentar – Deixe o monte descansar por um tempo.
5Escavar – em dupla – Cave uma entrada baixa e escave por dentro.
6Ventilação e área de dormir – Faça um furo de ventilação inclinado atravessando o teto, deixe a plataforma de dormir mais alta que a entrada e alise o teto interno para…
7Noite e marcação – Mantenha a pá dentro do abrigo, desobstrua a ventilação regularmente, não feche a entrada por completo e marque o local do lado de fora.
Perigo: Nunca construa nem escave sozinho. Uma pessoa cava enquanto a outra fica do lado de fora e pode ajudar imediatamente se houver desabamento. Mantenha sempre uma pá à mão, inclusive dentro do abrigo.
1Avalie o terreno – Somente com treinamento e com a previsão de avalanche em mãos.
2Cave a entrada e a câmara – Cave um túnel de entrada e depois aumente a câmara para cima, de modo que a plataforma de dormir fique mais alta que a entrada.
3Abaule e alise o teto – Dê ao teto um formato abaulado e alise-o, para que a água do degelo escorra pelas paredes em vez de pingar.
4Faça a ventilação – Faça um furo de ventilação no teto e mantenha-o desobstruído com um graveto, de tempos em tempos.
5Equipamento e marcação – Pá dentro, entrada não totalmente fechada, local claramente marcado do lado de fora.
Perigo: Acúmulos de neve costumam se formar em encostas protegidas do vento, exatamente onde surgem placas de vento e perigo de avalanche. Sem treinamento em avalanches, não cave uma caverna de neve numa encosta; em caso de dúvida, escolha uma trincheira em terreno plano.
1Chamada de emergência e localização – Ligue para os serviços de emergência, informe sua localização e depois use o telefone com moderação.
2Torne-se visível – Use o pisca-alerta se necessário e amarre um pano de cor viva na antena ou na janela; à noite, acenda a luz interna de vez em quando…
3Mantenha o escapamento livre – Verifique se o escapamento está livre antes de cada partida do motor e também com regularidade.
4Motor de forma intermitente – Ligue o motor e o aquecedor apenas por períodos curtos, com uma janela ligeiramente aberta.
5Mantenha o calor – Vista todas as camadas de roupa, use cobertores e mantas de emergência, fiquem juntos, isole os pés do piso frio, mexa-se um pouco, beba…
6Revezar para ficar acordado – Em grupos, revezem-se para ficar acordados, principalmente enquanto o motor estiver ligado.
Perigo: Mantenha o escapamento sempre livre de neve. Um escapamento coberto de neve pode levar o monóxido de carbono para dentro da cabine – inodoro e mortal. Ligue o motor apenas de forma intermitente e abra um pouco uma janela enquanto ele estiver ligado.
1Procurar ajuda oficial – Pergunte pelo rádio, aplicativo de alertas, autoridades, serviços de emergência ou organizações de ajuda sobre abrigos de emergência…
2Locais públicos aquecidos – Para segurar a situação, use estações, shopping centers, bibliotecas ou outros prédios públicos abertos, desde que sejam acessíveis e…
3Isolar do chão – Coloque várias camadas de papelão ou jornal sob o corpo; nunca se sente diretamente sobre concreto ou pedra.
4Barrar vento e umidade – Escolha o lado protegido dos edifícios, use papelão como quebra-vento e plástico contra a chuva – mantenha o rosto descoberto.
5Camadas de roupa e grupo – Vista camadas secas, cubra a cabeça e as mãos, fique junto de outras pessoas e cuide dos mais vulneráveis.
Perigo: Após terremotos, explosões, incêndios ou enchentes, não entre em edifícios danificados. Respeite os isolamentos e siga as instruções dos serviços de emergência.
1Decida cedo – Use o abrigo de grupo antes de todos sentirem frio – não só quando alguém já não consegue continuar.
2Escolher o local – O mais protegido do vento possível, a salvo de queda de pedras e de quedas, em terreno plano.
3Puxe a cobertura sobre todos – Todos ficam bem juntos, puxam a cobertura sobre a cabeça e se sentam sobre mochilas ou isolantes, com a borda presa embaixo de si.
4Abertura de ventilação – Mantenha uma abertura de ventilação ou de visão livre; areje brevemente a intervalos regulares.
5Pessoas vulneráveis no meio – Coloque no meio as pessoas sensíveis ao frio, feridas ou exaustas, isole-as do chão e dê comida e bebidas quentes, se houver.
6Ajuda e visibilidade – Em uma emergência, peça ajuda.
Perigo: O abrigo costuma ser hermético: ventile com regularidade, mantenha uma abertura livre e abra-o imediatamente em caso de dor de cabeça ou falta de ar. Nunca use fogareiros ou velas dentro dele.
1Pare a tempo – Quando continuar andando se torna perigoso, pare de propósito, anote sua posição e peça ajuda, se necessário.
2Procurar abrigo do vento – Um bloco de rocha, tronco de árvore, desnível do terreno ou arbustos do lado protegido do vento – não uma depressão ou ravina, onde a água…
3Vista tudo o que tiver – Camadas secas sob a roupa de chuva, gorro, luvas, capuz colocado.
4Sente-se isolado do chão – Sente-se sobre um isolante, uma corda ou roupas enroladas; esvazie a mochila e coloque as pernas dentro.
5Colocar uma capa – Envolva o corpo e as pernas com uma manta de emergência ou um saco de lixo, deixando o rosto livre.
6Espere de forma ativa – Coma alguma coisa, contraia os músculos de vez em quando, deixe a lanterna à mão e fique atento a sinais.
Perigo: Tremor forte, confusão, falta de coordenação ou sonolência incomum podem ser sinais de hipotermia. Não espere: ligue para o número de emergência local (112 na UE) e proteja a pessoa contra mais perda de calor.
1Escolher o local – Um local plano, com o tubo atravessado ao vento ou com uma ponta voltada para ele, sem depressão e sem galhos secos.
2Passe a corda – Passe a corda pelo tubo e amarre-a firmemente nas duas árvores, na altura entre o quadril e o peito.
3Prenda o piso com peso – Coloque o isolante e o equipamento nos cantos para o piso ficar plano e o vento não entrar por baixo do plástico.
4Deixe as pontas abertas – Deixe as duas pontas pelo menos parcialmente abertas para a umidade sair.
Perigo: Nunca puxe lona plástica, saco de lixo ou manta de emergência sobre a cabeça ou o rosto, e não deixe crianças usá-los sem supervisão – risco de sufocamento.
1Informar-se – Acompanhe aplicativos de alerta, o rádio, o site da prefeitura ou os avisos: onde ficam os abrigos de emergência e os pontos de aquecimento…
2Decida a tempo – Quando for ordenada a evacuação, saia imediatamente.
3Arrumar uma mala – Medicamentos, documentos, carregador, óculos, itens de higiene, troca de roupa, cobertor ou saco de dormir, lanches e, se necessário, itens…
4Deixar a casa segura – Conforme as instruções, desligue os aparelhos, feche janelas e portas e avise seus parentes para onde você está indo.
5Registrar-se no local – Registre-se ao chegar, para que parentes e autoridades possam encontrar você; informe necessidades especiais (medicamentos, deficiência).
6Levar outras pessoas junto – Fale com vizinhos que moram sozinhos ou têm mobilidade reduzida e ofereça ajuda.
Perigo: Em caso de perigo agudo, dificuldade para respirar, confusão por frio ou calor, ou suspeita de monóxido de carbono, ligue para o número de emergência local (112 na UE).
1Conseguir permissão – Descubra quem é o dono da terra e peça permissão para o acampamento, o fogo, a lenha e qualquer construção. Áreas protegidas estão fora de…
2Encontrar água – mantendo distância – Escolha um lugar de onde você alcance a água com facilidade, mas a pelo menos cerca de 60 metros (cerca de 70 passos largos) da margem.
3Ficar acima do nível das cheias – Procure marcas de enchente: troncos trazidos pela água presos em arbustos, linhas de lama nos troncos, margens erodidas.
4Olhar para cima e para os lados – Verifique cada árvore dentro da distância de uma altura de árvore: árvores mortas, galhos quebrados pendurados e troncos inclinados…
5Verificar o estoque de lenha – Um acampamento de semanas consome muita lenha.
6Fazer a drenagem – O terreno deve ter uma leve inclinação, não ficar plano numa depressão.
7Banheiro e higiene – O banheiro fica a pelo menos cerca de 60 metros da água, de trilhas e do acampamento, e nunca acima do ponto de coleta de água.
8Construir na ordem certa – Primeiro um abrigo rápido contra o tempo (lona ou abrigo de emergência), depois o ponto de água e o banheiro, depois um local seguro para o…
9Observar e ajustar – Percorra o acampamento depois da primeira chuva e da primeira tempestade: onde a água se acumula?
Perigo: Árvores mortas e galhos pendurados acima do acampamento podem cair sem aviso, principalmente com vento e neve. A pelo menos uma altura de árvore do local de dormir e do fogo não pode haver nenhuma árvore morta ou inclinada.
1Planejar pequeno e de forma realista – Planeje uma planta simples, por exemplo cerca de 3 × 4 metros por dentro, com uma porta e uma janela pequena.
2Fundação contra a umidade – Nos cantos (e entre eles, em paredes mais longas), retire a terra vegetal até o solo firme.
3Escolher e preparar as toras – Escolha toras retas e sãs, de diâmetro o mais parecido possível e com pouca conicidade.
4Derrubar e mover somente com segurança – Só quem tem treinamento derruba árvores, com uma rota de fuga na diagonal para trás e ninguém a menos de duas vezes a altura da árvore.
5Assentar a primeira fiada – Coloque as duas toras mais resistentes como soleiras, paralelas, sobre os pilares.
6Fazer os entalhes e empilhar – Coloque a próxima tora atravessada no canto, marque a curva da tora de baixo na face inferior dela e faça ali um entalhe redondo (entalhe…
7Porta e janela – Serre as aberturas da porta e da janela quando a parede estiver alta o suficiente.
8Vedar as frestas – Coloque musgo nas frestas enquanto empilha.
9Montar a estrutura do telhado – Uma cumeeira resistente vai sobre as duas empenas, com mais varas longas (terças) abaixo dela, se necessário.
Perigo: Derrubar árvores está entre os trabalhos florestais mais perigosos: os troncos caem de modo diferente do planejado, galhos chicoteiam de volta, troncos racham ou ficam presos. Derrube apenas com treinamento e permissão; ninguém fica a menos de duas vezes a altura da árvore. Sem treinamento, use apenas toras que já estejam no chão.
1Fincar os postes – Finque postes resistentes em buracos bem socados ou, melhor ainda, sobre uma base de pedras, para que a madeira não fique em solo úmido.
2Encaixar as estacas verticais – Entre os postes, encaixe varas verticais mais finas (estacas), com uma distância de cerca de um palmo a 30 centímetros entre elas.
3Trançar as varas – Trance varas frescas na horizontal, alternando na frente e atrás das estacas.
4Encontrar e testar o barro – Cave abaixo da terra vegetal escura.
5Misturar – Deixe o barro de molho em água sobre uma lona, retire as pedras, depois pise nele com os pés e misture palha ou capim picado até obter uma…
6Fazer uma área de teste – Aplique uma pequena amostra e deixe secar.
7Rebocar e pressionar – Umedeça o trançado.
8Deixar secar e proteger – Deixe a parede secar devagar – protegida da chuva, do sol forte e da geada.
Cuidado: Buracos de extração de barro são risco de tropeço e podem desmoronar. Não cave sob bordas em balanço, mantenha os buracos rasos e com lados inclinados e depois aterre-os ou sinalize-os claramente – principalmente com crianças por perto.
1Escolher a inclinação do telhado – Para feixes de capim e junco você precisa de um telhado bem inclinado, de cerca de 45 graus ou mais, senão a água entra.
2Fixar as ripas – Amarre varas finas e retas atravessadas sobre os caibros como ripas, para feixes com distância de cerca de um palmo a 30 centímetros.
3Colocar a casca – A casca sai com mais facilidade de troncos recém-derrubados na primavera e no início do verão.
4Amarrar feixes – Para um telhado de colmo, amarre junco ou capim comprido em feixes da grossura de um antebraço, todos os talos com a ponta grossa na mesma…
5Cobrir de baixo para cima – Amarre a primeira fileira de feixes na ripa mais baixa, com as pontas grossas para baixo.
6Vedar a cumeeira – Na cumeeira os dois lados do telhado se encontram – o ponto mais difícil.
7Torrões de grama somente em telhado forte – Para um telhado de torrões de grama, você precisa de caibros muito fortes, uma camada impermeável (tradicionalmente várias camadas de casca…
8Verificar carga e impermeabilidade – Depois da primeira chuva, olhe de dentro para ver onde pinga e acrescente mais cobertura por fora.
Perigo: Leiva molhada é extremamente pesada – um metro quadrado pode pesar várias centenas de quilos, e com neve ainda mais. Uma estrutura de telhado fraca demais pode desabar e matar quem está embaixo. Telhados de leiva só sobre toras muito resistentes; na dúvida, escolha um telhado mais leve.
1Verificar a autorização e o local – Primeiro combine com o proprietário do terreno que você pode cavar e construir.
2Planejar pequeno e raso – Planeje só o espaço de que precisa para deitar e sentar.
3Cavar – nunca sozinho, nunca por baixo da borda – Cave de cima para baixo, em camadas rasas, sempre por toda a área, nunca um buraco fundo de cada vez.
4Escorar as paredes – Finque postes fortes no piso do buraco ao longo de cada parede, com cerca de um braço de distância entre eles.
5Fazer a drenagem – Cave uma vala rasa atravessada na encosta, acima da cabana, que leve a água da chuva e do declive para baixo, passando pela esquerda e pela…
6Telhado de varas, casca e torrões – Apoie uma viga de cumeeira grossa em postes fortes e depois coloque varas bem juntas, da viga até além das bordas do buraco, para que a…
7Ventilação e entrada – Deixe uma abertura de ventilação no alto da parede dos fundos ou no telhado e mantenha a entrada, do lado de baixo do declive, aberta ou…
8Verifique todo dia, saia se houver perigo – Verifique todos os dias e depois de cada chuva: surgiram rachaduras?
Perigo: Paredes de terra podem desabar sem aviso. Mesmo pouca terra pode prender, soterrar e sufocar uma pessoa. Nunca cave sozinho, nunca cave sob uma saliência, nunca cave em areia ou solo solto, incline e escore as paredes. Se aparecerem rachaduras, a terra escorrer ou a água minar da parede, saia imediatamente.
1Escolher o local e o tamanho – Coloque a cama em um lugar plano e seco dentro da cabana, longe do fogo.
2Escolher e verificar as varas – Você precisa de quatro estacas em forquilha, duas travessas laterais fortes, duas travessas transversais para a cabeceira e os pés e muitas…
3Fincar os postes – Cave um buraco com cerca de uma pá de profundidade em cada um dos quatro cantos, ou cravie estacas afiadas com um macete de madeira.
4Amarrar o quadro – Coloque as duas travessas laterais nas forquilhas.
5Colocar a superfície de dormir – Coloque varas finas e retas bem juntas, atravessadas sobre as travessas laterais, com espaços não maiores que um dedo.
6Uma camada grossa de forração – Coloque ramos de abeto ou de abeto-prateado sobrepostos como telhas: pontas grossas para baixo, em direção aos pés, pontas para cima…
7Testar a resistência – Teste a carga da cama passo a passo: primeiro pressione com as mãos, depois sente no meio, depois nas bordas e só então deite com cuidado.
Cuidado: Varas podres ou rachadas quebram sem aviso. Dobre e bata em cada vara antes de usá-la. Teste a cama pronta aos poucos – primeiro sente, depois ajoelhe, depois deite – e aperte as amarrações.
1Primeiro verifique: pode haver fogo aqui dentro? – Fogo dentro só é permitido em uma cabana firme, grande o bastante e com telhado alto, que não seja feita de folhas secas, capim, tecido ou…
2Uma lareira de pedras secas – Coloque a lareira no meio da cabana, longe das paredes e do lugar de dormir.
3Saída de fumaça bem no alto – Faça um buraco de fumaça no ponto mais alto do telhado, acima da lareira, do tamanho de uma cabeça ou maior.
4Ar fresco vindo de baixo – Deixe uma entrada de ar baixa na parede, o mais perto possível do chão e voltada para o fogo, ou deixe a porta entreaberta.
5Manter pequeno, com madeira seca – Faça apenas um fogo pequeno, com madeira seca e fina.
6Nunca sem vigilância, nunca durante o sono – Enquanto o fogo queimar ou estiver em brasa, alguém acordado fica com ele.
7Reconhecer o monóxido de carbono e sair imediatamente – Fique atento a dor de cabeça, tontura, enjoo, muito cansaço ou confusão – principalmente quando várias pessoas sentem isso ao mesmo tempo.
8Deixar à mão o material para apagar e a rota de fuga – Ao lado da lareira deve haver sempre um recipiente cheio de água, um monte de areia ou terra e uma pá. O caminho até a saída fica livre, e…
Perigo: Todo fogo produz monóxido de carbono (CO) – principalmente madeira em brasa lenta e brasas. O CO não pode ser visto, cheirado nem sentido pelo gosto. Dor de cabeça, tontura, enjoo, cansaço ou confusão, principalmente em várias pessoas ao mesmo tempo, são sinais de alarme: todos para o ar livre imediatamente, não voltem, ligue 112 (na Áustria, também 144).
1Isolante térmico como base – Se tiver, use sempre um isolante térmico para dormir.
2Complete com equipamento – Coloque uma mochila vazia, uma corda ou roupas que você não está usando sob o tronco e as pernas.
3Junte material natural – Sem isolante térmico, junte folhas secas, folhas de pinheiro caídas ou capim – muito mais do que parece necessário no início, porque a…
4Bloqueie a umidade – Em solo molhado, coloque uma lona ou um plástico sob a camada isolante para mantê-la seca.
5Teste deitado e melhore – Deite-se para testar: onde o frio entrar, principalmente nos quadris e nos ombros, coloque mais material.
Cuidado: Na neve e no solo congelado, um isolante fino muitas vezes não basta. Combine várias camadas e nunca se sente nem se deite diretamente sobre a neve.
1Atenção ao local – Evite depressões, locais à beira da água e lugares fechados e sem vento onde o ar frio e úmido se acumula durante a noite.
2Abrir embaixo e em cima – Abra as aberturas de ventilação da barraca ou, com um tarp, deixe uma folga entre a borda e o chão e mantenha as pontas abertas.
3Deixar o que está molhado do lado de fora – Evite secar roupa e equipamento molhados lá dentro e não cozinhe lá dentro.
4Não respirar dentro do saco de dormir – Mantenha a boca e o nariz fora do saco de dormir para que a umidade da respiração não penetre no isolamento.
5Enxugar e secar pela manhã – Enxugue a condensação pela manhã e seque o saco de dormir e o abrigo ao sol ou ao vento, quando possível.
Perigo: Nunca vede um abrigo de forma hermética para se aquecer e nunca use fogareiro, churrasqueira ou fogueira lá dentro – risco de intoxicação por monóxido de carbono e de sufocamento.
1Usar somente ao ar livre – Use fogareiros, churrasqueiras, geradores e fogueiras somente ao ar livre e longe de barracas, abrigos, janelas e aberturas de ventilação.
2Garantir calor de outra forma – Combata o frio não com combustão lá dentro, mas com roupas, saco de dormir, isolamento do chão e bebidas quentes preparadas do lado de fora.
3Levar os sinais de alerta a sério – Pense em CO quando surgirem dor de cabeça, tontura, náusea ou sonolência incomum perto de uma fonte de combustão.
4Ar livre e chamada de emergência – Vá imediatamente para o ar livre, leve os outros com você sem se expor mais do que o necessário e chame o serviço de emergência.
Perigo: Nunca use fogareiro, churrasqueira, gerador, carvão ou fogueira dentro de barraca, abside, caverna de neve, abrigo, veículo ou qualquer outro espaço fechado – nem rapidamente, nem para se aquecer, nem com a porta aberta.
1Primeiro o chão – Estenda o isolante térmico em chão plano e seco.
2Trocar para roupas secas – Troque roupas úmidas ou suadas por roupas de dormir secas e meias secas antes de dormir.
3Ir para a cama aquecido – Antes de deitar, coma e beba algo, uma bebida quente se houver, e se aqueça com movimentos leves, sem suar.
4Usar as camadas com critério – Roupas isolantes secas podem ser usadas dentro do saco de dormir.
5Não respirar dentro do saco de dormir – Feche o capuz, mas deixe boca e nariz do lado de fora, pois a umidade da respiração molha o isolamento.
6Ajustar durante a noite – Se esfriar, acrescente uma camada ou contraia os músculos por um instante.
7Secar de manhã – Areje e seque o saco de dormir sempre que possível, para que isole totalmente de novo na noite seguinte.
Perigo: Tremores intensos e persistentes, confusão, fala arrastada ou sonolência são sinais de alerta de hipotermia. Não espere: procure abrigo, acorde os outros e chame os serviços de emergência se o quadro piorar.
1Agir cedo – Monte a sombra antes que o calor do meio-dia chegue.
2Escolher o local – Use a sombra natural, se houver.
3Armar uma cobertura contra o sol – Estique a lona ou o pano alto e inclinado, de modo que faça sombra no local de descanso e o ar possa circular por baixo.
4Camada dupla, se possível – Com um segundo pano ou uma manta de emergência, monte uma segunda camada com um espaço de ar acima ou abaixo.
5Mantenha-se longe do chão quente – Não deite diretamente sobre areia ou rocha quente.
6Proteja o corpo – Use chapéu e roupas que cubram e deixem o ar passar.
7Acompanhe a sombra – A sombra se move com o sol.
Perigo: Confusão, desmaio, convulsões ou pele quente sob estresse térmico intenso podem indicar insolação (golpe de calor), uma emergência com risco de vida. Ligue imediatamente para o número de emergência.
1Alisar a base – Pise e alise a área onde você vai deitar, para que não se formem buracos nem saliências.
2Empilhar isolantes – Isolante de espuma embaixo, isolante inflável por cima.
3Roupa de dormir seca – Troque para roupas secas antes de dormir e coloque um gorro; não use meias úmidas dentro do saco de dormir.
4Proteja os itens da geada – Leve as palmilhas das botas, as pilhas e uma garrafa de água para dentro do saco de dormir ou para a área dos pés, para não congelarem.
5Ir para a cama aquecido – Coma e se mexa um pouco antes de deitar, sem chegar a suar.
6Ajustar durante a noite – Quem sentir frio coloca roupas extras por baixo ou por cima de si e verifica se o isolante ainda mantém o ar.
Perigo: Tremor forte, confusão, falta de coordenação ou sonolência incomum podem ser sinais de hipotermia. Não espere: ligue para o número de emergência local (112 na UE) e proteja a pessoa contra mais perda de calor.
1Embalar à prova d'água por dentro – Guarde o saco de dormir, a roupa de dormir e os eletrônicos em sacos estanques ou num saco interno; a mochila em si não é impermeável.
2Montar rápido e com cuidado – Se possível, monte primeiro a lona ou o sobreteto e só depois desembale as coisas embaixo dele.
3Definir as zonas – A abside ou a borda da lona é a zona molhada (botas, capa de chuva, mochila molhada).
4Trocar de roupa – Tire a roupa do dia molhada e vista a roupa de dormir.
5Ventilar – Mantenha as ventilações abertas e enxugue a condensação com um pano antes que ela pingue.
6Aproveitar os intervalos de tempo seco – Aproveite as pausas na chuva e o vento para arejar o saco de dormir e as roupas.
Perigo: Tremor forte, confusão, falta de coordenação ou sonolência incomum podem ser sinais de hipotermia. Não espere: ligue para o número de emergência local (112 na UE) e proteja a pessoa contra mais perda de calor.