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Cola para a mochila

Cola: Psicologia e decisões

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SurviveBetter · Cola

Psicologia e decisões

survivebetter.com
Atualizado em 2026-10-17

Emergência 112 (UE) · Áustria: ambulância 144. Uma cola só serve para lembrar – ela não substitui treinamento.

Estresse e pânico

Estresse em emergências: o que acontece no corpo e na cabeça

5 passos
  1. 1Sinais físicos – Coração disparado, respiração rápida, tremores, suor, boca seca, náusea, pernas bambas, formigamento nas mãos ou nos lábios quando se…
  2. 2Percepção – Visão em túnel, sons que passam despercebidos, noção de tempo distorcida, lacunas na memória.
  3. 3Pensar e agir – Ficar preso ao primeiro plano, dificuldade de avaliar opções, esquecer coisas simples (por exemplo, o endereço durante uma chamada de…
  4. 4Depois – Exaustão, choro, tremores, irritabilidade, problemas de sono ou imagens recorrentes nos dias seguintes são comuns e, para muitas pessoas…
  5. 5Contrabalançar – Faça uma pausa breve e solte o ar mais devagar de propósito, faça uma tarefa de cada vez, fale em voz alta, use listas de verificação e…

Cuidado: Dor no peito, falta de ar, coração disparado ou dormência também podem ter causas físicas. Na dúvida, não descarte como "só estresse" – ligue para o número de emergência (112 na UE).

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-stress-reactions

PARE: do susto ao próximo passo em segundos

6 passos
  1. 1S – Parar – Pare e, se possível, sente-se.
  2. 2Respirar – Durante algumas respirações, inspire com calma pelo nariz e solte o ar mais longa e lentamente pela boca.
  3. 3Chegar ao presente – Sinta os pés no chão, nomeie cinco coisas que você vê e algumas coisas que você ouve.
  4. 4T – Pensar – Qual é o maior perigo agora?
  5. 5O – Observar – Ambiente, tempo, hora do dia, pessoas, equipamento, bateria, água.
  6. 6P – Planejar – Decida o próximo passo, pequeno e concreto, e diga em voz alta ("Vou ligar para o 112 agora", "Vamos ficar aqui e vestir os casacos").

Perigo: Em caso de fogo, fumaça, gás, água subindo ou outro perigo imediato, não fique parado: primeiro vá para um lugar seguro e ligue para o número de emergência (112 na UE).

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-stop-calm-down

Quando é necessária ajuda profissional

6 passos
  1. 1Sinais de alerta agudos: busque ajuda imediatamente – Falas sobre suicídio ou automutilação, perigo para outras pessoas, confusão grave, delírios ou perda total de controle: ligue para o número…
  2. 2Perguntar diretamente – Se você estiver preocupado, pergunte com calma e diretamente se a pessoa está pensando em se machucar.
  3. 3Sofrimento persistente – Procure ajuda profissional logo se ansiedade forte, humor deprimido, insônia, pesadelos ou lembranças que invadem a mente não diminuírem ao…
  4. 4O dia a dia não funciona mais – Quando alguém não consegue mais cuidar de si mesmo ou das crianças, se isola completamente ou usa cada vez mais álcool, medicamentos ou…
  5. 5Onde encontrar ajuda – Médico de família, linha de crise ou serviço de crise local, psicoterapia e serviços psiquiátricos, assistência espiritual e apoio…
  6. 6Continuar apoiando – Ajude a fazer o contato, acompanhe a pessoa em consultas, alivie a carga do dia a dia e mantenha-se em contato.

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-professional-help

Primeiros socorros psicológicos para leigos: olhar, ouvir, conectar

6 passos
  1. 1Preparar – Descubra rapidamente: o que aconteceu, quais serviços estão presentes, quais perigos existem?
  2. 2Olhar – Verifique a segurança, ferimentos visíveis e necessidades básicas urgentes (calor, água, banheiro, medicamentos).
  3. 3Ouvir – Aproxime-se com calma, pergunte sobre necessidades e preocupações, escute.
  4. 4Acalmar – Diante de forte agitação, ofereça um lugar tranquilo, fale devagar, chame a atenção para a respiração e para o ambiente.
  5. 5Conectar – Ajude as pessoas a falar com entes queridos, obter informações confiáveis e encontrar serviços.
  6. 6Encerrar – Diga quando você vai embora e quem assume.

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-pfa-look-listen-link

As semanas depois de um evento: reações normais e autocuidado

6 passos
  1. 1Entender as reações – Saiba que distúrbios do sono, sobressaltos, ruminação ou entorpecimento são comuns depois de eventos angustiantes.
  2. 2Cuidar do corpo – Coma e beba com regularidade, movimente-se, mantenha os horários de sono.
  3. 3Rotina – Retome aos poucos as rotinas do dia a dia; adie grandes decisões sempre que possível.
  4. 4Contato – Passe tempo com pessoas de confiança.
  5. 5Limitar as imagens – Evite rever repetidamente imagens e vídeos do evento.
  6. 6Acompanhar a evolução – Observe a si mesmo e aos outros.

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-after-event-coping

Limitar o excesso de informação: um consumo consciente de notícias

6 passos
  1. 1Garantir os alertas – Ative os canais oficiais de alerta para a sua região, para que as mensagens importantes cheguem até você.
  2. 2Horários fixos – Escolha dois ou três horários fixos por dia para ver notícias, não logo antes de dormir.
  3. 3Poucas fontes – Uma ou duas fontes confiáveis em vez de muitos canais.
  4. 4Reduzir notificações – Desligue as notificações push dos aplicativos de notícias e mantenha os aplicativos de alerta ligados.
  5. 5Pergunta de verificação – Antes de continuar lendo, pergunte-se: essa informação muda o que eu faço agora?
  6. 6Proteger as crianças – Não exponha as crianças o tempo todo a notícias e imagens; responda às perguntas delas de forma adequada à idade.

Cuidado: Não estenda as pausas de notícias aos alertas oficiais: continue recebendo aplicativos de alerta, sirenes e avisos de rádio e TV para a sua região.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-media-diet

Segurança em multidões: reconheça a densidade e saia cedo

6 passos
  1. 1Chegar e se orientar – Anote as saídas de emergência, os seguranças e os postos de primeiros socorros.
  2. 2Escolher uma posição – Prefira a borda ao meio ou à frente do palco; evite gargalos, escadas e grades.
  3. 3Observar a densidade – Sinais de alerta: contato físico vindo de todos os lados, movimentos da multidão em ondas, gritos, ser arrastado pela massa.
  4. 4Sair do caminho cedo – Mova-se na diagonal, atravessando o fluxo em direção à borda; não lute contra ele.
  5. 5Criar espaço para respirar – Mantenha os braços dobrados na frente do peito para ter um pouco de espaço para respirar.
  6. 6Sair – Saia cedo se você se sentir mal, se a aglomeração aumentar ou se houver avisos pelo sistema de som.

Perigo: Se você não consegue mais se mexer livremente, está sendo empurrado pela multidão ou sente dificuldade para respirar: vá imediatamente em direção à borda, afastando-se de gargalos, grades e paredes. Não pare para filmar.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-crowd-safety

Preparar-se sem medo: transformar preocupações em pequenos planos

5 passos
  1. 1Nomear a preocupação – Escreva a preocupação em uma frase, por exemplo: "O que fazemos se faltar energia por vários dias?".
  2. 2Dividir em duas colunas – O que posso influenciar (suprimentos, plano, contatos)?
  3. 3Um pequeno passo – Escolha um passo que possa ser feito em menos de uma hora e faça-o – por exemplo, conferir a lanterna e as pilhas.
  4. 4Encerrar de propósito – Marque o que foi feito, anote o próximo passo e depois volte a atenção para outra coisa de propósito.
  5. 5Limitar as informações – Leia as notícias em horários fixos, em poucas fontes confiáveis.

Cuidado: Se você perceber que a preparação leva a cada vez mais compras, verificações ou noites sem dormir, faça uma pausa e converse com alguém sobre isso.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-preparedness-without-fear

Culpa depois de uma crise: reação normal e quando é preciso ajuda

5 passos
  1. 1Reconhecer como reação normal – Diga a si mesmo: muita gente sente culpa depois de eventos assim.
  2. 2Olhar para trás com justiça – Pergunte-se: o que eu realmente sabia naquela época?
  3. 3Falar sobre isso – Converse com pessoas de confiança, com assistência religiosa, grupos de autoajuda ou serviços de aconselhamento – no seu ritmo, sem pressão…
  4. 4Fazer algo que tenha sentido – Algumas pessoas sentem que ajuda ajudar os outros, homenagear ou se engajar – se isso parecer certo para você.
  5. 5Procure ajuda profissional se … – … os sentimentos não diminuem ao longo de semanas, o sono, o trabalho ou os relacionamentos sofrem muito, o isolamento aumenta ou surgem…

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-guilt-survivor-feelings

Autocuidado para quem ajuda: evitar o esgotamento

5 passos
  1. 1Antes de ajudar – Esclareça a sua própria situação: saúde, família amparada?
  2. 2Durante a ajuda – Pausas fixas, comer e beber, respeitar os turnos, revezar com outras pessoas, assumir apenas tarefas dentro das suas capacidades.
  3. 3Fique atento aos sinais de alerta – Irritabilidade, insônia, cinismo, sentir-se insubstituível, beber mais álcool, isolamento: sinais de que é hora de se afastar um pouco.
  4. 4Compartilhar – Converse sobre o que viveu com a equipe ou com pessoas de confiança, sem sobrecarregar os outros com detalhes.
  5. 5Depois de ajudar – Encerre conscientemente, descanse, passe tempo com a família e os amigos, faça coisas agradáveis.

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

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Sozinho na floresta à noite: lidar com o medo do escuro e dos ruídos noturnos

7 passos
  1. 1Prepare-se antes do anoitecer – Aproveite a última hora de luz do dia: escolha um lugar sem galhos secos por cima e fora de depressões, junte folhas ou ramos para uma…
  2. 2Racione bem a luz – Não deixe a lanterna de cabeça sempre acesa; ligue quando precisar – de preferência em intensidade baixa ou luz vermelha.
  3. 3Uma fogueira pequena, se for seguro e justificável – Uma fogueira pequena dá calor, luz e uma tarefa para fazer.
  4. 4Acalme a respiração – Quando o coração estiver disparado: ponha uma mão na barriga, inspire pelo nariz por cerca de quatro segundos e solte o ar mais devagar…
  5. 5Dê nome aos sons – Diga baixinho a si mesmo o que você ouve: “Isso é vento nas árvores.” “Isso é um camundongo mexendo em folhas secas.” Sons noturnos típicos…
  6. 6Pequenas tarefas dão apoio – Dê alguma ordem à noite: alimente o fogo, verifique se pés e mãos estão aquecidos, beba alguns goles, coma um pouco, anote a hora, repasse…
  7. 7Descansar em vez de vigiar a todo custo – Deite-se bem isolado do frio e permita-se cochilar – você não precisa vigiar a noite toda.

Perigo: Não saia andando nem corra à noite por medo. No escuro é fácil cair, se machucar, perder a direção e se afastar ainda mais de quem está procurando. Fique onde está até clarear.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-fear-night-alone

Os primeiros minutos depois de se perder: frear o pânico, recuperar o controle

7 passos
  1. 1Pare imediatamente – Assim que surgirem dúvidas, pare – ali mesmo.
  2. 2Sente-se e respire – Tire a mochila e sente-se sobre ela para não ficar no chão frio.
  3. 3Beba e coma alguma coisa – Beba alguns goles e coma um pouco.
  4. 4Confira com honestidade, não entorte o mapa – Pergunte-se: onde eu estava completamente seguro pela última vez?
  5. 5Anote tudo – Anote a hora, o último ponto seguro, o trajeto aproximado desde então, o que você vê e ouve, água, comida, nível da bateria, o tempo e…
  6. 6Peça ajuda e decida com calma – Com sinal: ligue 112, informe sua situação e suas anotações e depois fique onde está.
  7. 7Torne-se localizável – Dê sinais fortes em ritmo fixo e escute entre um e outro: nos Alpes, o sinal de socorro alpino (seis sinais por minuto, depois um minuto de…

Perigo: Não corra e não saia simplesmente “para qualquer lado”. Andar em pânico leva a quedas e ferimentos, a roupas encharcadas de suor que depois esfriam você, e aumenta a área que os socorristas precisam vasculhar.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-lost-panic-woods-shock

Suportar a dor e o ferimento quando a ajuda está longe

7 passos
  1. 1Segurança e ligação de emergência – Se necessário, saia do perigo imediato (queda de pedras, água) – mas só se conseguir fazer isso com pouco movimento.
  2. 2Primeiros socorros simples – Estanque sangramentos fortes com pressão firme e direta.
  3. 3Soltar o ar devagar – Com dor, muitas vezes prendemos a respiração sem perceber e ficamos tensos por inteiro.
  4. 4Descrever a dor de forma objetiva – Dê à dor uma nota de 0 a 10 e descreva-a de forma neutra: onde exatamente?
  5. 5Direcionar a atenção – Direcione a atenção de propósito para outras coisas: conte cinco coisas que vê, quatro que ouve, três que sente.
  6. 6Dosar as forças – Só se mova quando for necessário – por exemplo, alguns metros para sair do vento ou da umidade.
  7. 7Manter-se aquecido e dividir o tempo – Calor, alguns goles de água e um pouco de comida deixam a dor e os tremores mais suportáveis.

Perigo: Em caso de ferimento, hipotermia ou quando você não souber mais o que fazer: ligue imediatamente para 112 (na Áustria, também 144 para a ambulância e 140 para o resgate em montanha). Na UE, o 112 funciona sem crédito e muitas vezes por outras redes.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-pain-injury-coping

Decisões

Boas decisões sob pressão: prioridades e armadilhas do pensamento

6 passos
  1. 1Conheça as prioridades – 1. Afastar o perigo imediato de vida e pedir ajuda.
  2. 2Defina de antemão pontos de acionamento e de retorno – Decide in advance when you will act: "At 2 pm we turn back wherever we are", "With a severe weather warning we do not set off", "If…
  3. 3Dê nome às armadilhas do pensamento – Pergunte-se: estou mantendo o plano só porque já investi muito?
  4. 4Diga as opções em voz alta – Diga duas ou três opções, cada uma com seu pior resultado realista.
  5. 5Convide à discordância – Em grupo, peça objeções de forma explícita.
  6. 6Reavalie regularmente – Reveja as decisões em intervalos fixos e a cada nova informação.

Perigo: Em perigo imediato de vida, não fique deliberando – aja: vá para um lugar seguro e ligue para o número de emergência (112 na UE).

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-decisions-under-stress

Reconhecer boatos e informações falsas em uma crise

5 passos
  1. 1Definir as fontes – Anote com antecedência: sites de órgãos oficiais, aplicativos de alerta, rádio regional.
  2. 2Quem está dizendo isso? – A fonte é identificável e responsável?
  3. 3Quando e onde? – Verifique a data, o local e o contexto.
  4. 4Conferir com outras pistas – A notícia também aparece em órgãos oficiais ou em vários veículos de imprensa consolidados?
  5. 5Não repassar – Não compartilhe nada sem verificar.

Cuidado: Quando as notícias se contradizem, as instruções das autoridades responsáveis e das equipes de emergência no local têm prioridade sobre mensagens de redes sociais ou aplicativos de mensagens.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-rumours-misinformation

Reduzir o peso das decisões em crises longas

5 passos
  1. 1Definir rotinas – Resolva de uma vez as coisas que se repetem: horários das refeições, ração de água, horários de notícias, horários para carregar aparelhos.
  2. 2Combinar pontos de gatilho – Decida com antecedência quais sinais desencadeiam uma ação (por exemplo: "Se a água subir até X, vamos embora").
  3. 3Dividir as decisões – Divida as responsabilidades (comida, crianças, informações, tecnologia); não direcione todas as perguntas a uma só pessoa.
  4. 4Escolher a hora – Deixe as decisões grandes e não urgentes para momentos de descanso, por exemplo depois de dormir e comer.
  5. 5Aceitar o "bom o suficiente" – Em assuntos pequenos, escolha a primeira opção razoável em vez de procurar a perfeita.

Cuidado: Não tome decisões que afetam a segurança (dirigir, aparelhos a gás, evacuação) sozinho e exausto; se possível, peça a uma segunda pessoa para conferir.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-decision-fatigue

Corpo e grupo

Manter um grupo calmo e capaz de agir em uma crise

8 passos
  1. 1Definir quem coordena – Uma pessoa calma assume a coordenação – não necessariamente a que fala mais alto.
  2. 2Ficar junto e contar – Mantenha todos juntos, conte as pessoas, forme duplas que cuidam uma da outra.
  3. 3Informar com honestidade – Diga de forma breve e calma o que se sabe, o que não se sabe e o que vem a seguir.
  4. 4Distribuir tarefas – Cada pessoa recebe uma tarefa adequada: água, luz, comida, distrair as crianças, ouvir o rádio, ver como estão os vizinhos.
  5. 5Garantir as necessidades básicas – Organize aquecimento ou refrigeração, água, comida, banheiros, lugares para descansar e dormir.
  6. 6Cuidar dos mais vulneráveis – Fique de olho, de propósito, em crianças, idosos, doentes e pessoas com deficiência, e também em quem está muito quieto ou muito agitado.
  7. 7Abordar conflitos cedo – Fale sobre as tensões com calma e cedo, divida os recursos de forma justa e visível, explique as decisões.
  8. 8Definir metas pequenas – Defina metas alcançáveis para as próximas horas e reconheça os sucessos ("A água está garantida", "Todos estão aquecidos").

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-group-calm

Ajudar crianças com seus medos em uma crise

7 passos
  1. 1Primeiro respire você mesmo – Faça uma breve pausa e solte o ar com calma antes de falar com a criança.
  2. 2Oferecer proximidade – Fique ao lado da criança, ofereça contato físico, abaixe-se à altura dos olhos dela.
  3. 3Explicar com honestidade e de forma simples – Com frases curtas e adequadas à idade, diga o que aconteceu e o que os adultos estão fazendo para manter todos seguros.
  4. 4Permitir os sentimentos – Nomeie e aceite o medo, a raiva ou a tristeza ("Foi um susto muito grande").
  5. 5Manter as rotinas – Mantenha, na medida do possível, horários fixos para refeições, sono e brincadeiras.
  6. 6Brincar e manter ocupadas – Brincar, desenhar e se movimentar ajudam as crianças a processar o que viveram.
  7. 7Observar as reações – Apego excessivo, retrocessos, pesadelos, dor de barriga ou irritabilidade são comuns após eventos angustiantes.

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-children-fears

Sono e rotina diária em crises longas

7 passos
  1. 1Definir um plano diário – Combine horários fixos para levantar, refeições, tarefas, notícias, descanso e sono, e anote-os em um lugar visível para todos.
  2. 2Turnos de vigília e descanso – Se alguém precisar ficar acordado (crianças, doentes, segurança, fogo no fogão), organize turnos para que todos tenham um bloco de sono…
  3. 3Melhorar o local de dormir – Quente, seco, o mais escuro e silencioso possível: isolamento do chão, cobertores, máscara de dormir, tampões de ouvido se for adequado.
  4. 4Luz do dia e movimento – Durante o dia, procure a luz do sol e se movimente na medida do possível com segurança.
  5. 5Dosar as notícias – Ouça as informações oficiais em horários fixos em vez de o tempo todo.
  6. 6Desacelerar à noite – Evite cafeína no fim do dia, não use álcool para dormir, faça algo tranquilo antes de dormir (leitura em voz alta, conversa, respiração…
  7. 7Descansar um pouco quando necessário – Se faltar sono à noite, planeje curtos períodos de descanso durante o dia – principalmente antes de tarefas exigentes ou arriscadas.

Perigo: O cansaço intenso deixa as reações lentas e prejudica o discernimento. Não dirija, não use ferramentas, fogo ou geradores e não tome decisões arriscadas sozinho quando estiver exausto.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-sleep-routine

Aguentar a longa espera e o tédio

6 passos
  1. 1Organizar o dia – Defina horários fixos para refeições, sono, tarefas e informação – mesmo que pareçam arbitrários.
  2. 2Pequenas tarefas – Divida as tarefas: conte os suprimentos, racione a água, faça anotações, arrume o acampamento, prepare sinais.
  3. 3Movimento – Movimentos leves em uma área segura, como alongamentos ou caminhadas curtas, se o calor e a energia permitirem.
  4. 4Horários de informação – Verifique as notícias e o rádio em horários fixos, em vez de o tempo todo.
  5. 5Ocupação – Conversas, jogos de cartas ou de palavras, leitura, contação de histórias, um diário.
  6. 6Balanço do dia – À noite, anote rapidamente o que foi feito e o que está planejado para amanhã.

Cuidado: A atividade não deve levar a comportamentos de risco, como explorar terreno inseguro ou gastar energia que custa calor e suprimentos.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-waiting-boredom

Manter a esperança: metas pequenas e etapas

5 passos
  1. 1Dar nome à situação – Diga com honestidade o que está acontecendo – inclusive as partes difíceis.
  2. 2Esclarecer o que está ao seu alcance – Separe: o que eu/nós podemos influenciar e o que não?
  3. 3Definir metas parciais – Metas pequenas e concretas para algumas horas ou um dia: "água tratada até o meio-dia", "dois formulários preenchidos hoje".
  4. 4Tornar o progresso visível – Marque ou anote o que já foi feito.
  5. 5Sentido e valores – Lembre-se do motivo pelo qual você está perseverando: família, amigos, planos.

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-hope-goals

Aliviar conflitos em grupos sob estresse

6 passos
  1. 1Verificar as necessidades básicas – Todos estão alimentados, aquecidos, descansados?
  2. 2Combinar regras – Esclareça cedo: como as decisões são tomadas?
  3. 3Desacelerar – Num momento tenso, sugira uma pausa, separe as pessoas fisicamente, fale mais baixo.
  4. 4Ouvir os dois lados – Cada pessoa descreve seu ponto de vista sem ser interrompida.
  5. 5Interesses, não posições – Pergunte o que está por trás da exigência (segurança, justiça, sossego) e procure soluções que considerem os dois lados.
  6. 6Combinar e verificar – Faça um acordo concreto e, depois de um tempo, verifiquem juntos se está funcionando.

Perigo: Em caso de violência, ameaças ou armas, não se coloque no meio: afaste-se, leve os outros para um lugar seguro e ligue para o número de emergência local (112 na UE).

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-group-conflict

Dar más notícias às crianças

6 passos
  1. 1Preparar – Esclareça os fatos, organize rapidamente seus próprios sentimentos, escolha um lugar e um momento tranquilos.
  2. 2Dizer de forma simples e verdadeira – Frases curtas, palavras claras, sem eufemismos que possam confundir.
  3. 3Permitir os sentimentos – Chorar, ter raiva, ficar em silêncio ou parecer indiferente: tudo é possível.
  4. 4Responder às perguntas – Responda com honestidade; "ainda não sei" é permitido.
  5. 5Tirar a culpa – Diga de forma explícita que a criança não tem culpa.
  6. 6O que acontece agora – Explique quem vai cuidar dela, onde ela vai dormir e o que acontece em seguida.

Cuidado: Se uma criança quase não dorme por semanas, se isola muito, deixa de comer ou fala em se machucar: procure um pediatra, um serviço de aconselhamento ou um profissional de saúde mental infantil. Em caso de perigo agudo, ligue para o número de emergência local (112 na UE).

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-bad-news-children

Apoiar emocionalmente pessoas idosas em uma crise

5 passos
  1. 1Abordar com respeito – Chame a pessoa pelo nome, apresente-se, fale devagar e com clareza, olhe nos olhos.
  2. 2Necessidades práticas – Pergunte sobre medicamentos, aparelhos de apoio, banheiro, calor, comida e bebida.
  3. 3Informar com clareza – Repita as informações importantes e, se precisar, escreva-as (em letra grande).
  4. 4Envolver – Deixe a pessoa participar das decisões e aproveite a experiência dela.
  5. 5Mantenha contato – Perguntar regularmente como a pessoa está, ajudar a contatar familiares, envolver os vizinhos.

Perigo: Confusão repentina, desorientação ou mudança acentuada de comportamento podem ser uma emergência médica (por exemplo, por desidratação, calor ou infecção). Procure ajuda médica; em caso de perigo agudo, ligue para o número de emergência local (112 na UE).

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-supporting-older-people

Lidar com a solidão no isolamento

5 passos
  1. 1Anotar os contatos – Anote em papel as pessoas e os números importantes, caso o celular ou a rede falhem.
  2. 2Horários fixos de contato – Combine ligações ou mensagens curtas todos os dias, como um "Estou bem" em um horário fixo.
  3. 3Estar presente para os outros – Ligue para os vizinhos, combine as compras, ouça alguém.
  4. 4Rituais – Mantenha pequenos rituais: tomar o café da manhã sempre no mesmo horário, uma caminhada à noite (se for permitido e seguro), um diário.
  5. 5Falar sobre os sentimentos – Fale abertamente sobre a solidão.

Perigo: Em caso de pensamentos suicidas ou de automutilação, perigo para outras pessoas ou se alguém perder completamente o controle: ligue imediatamente para o número de emergência local (112 na UE) ou para uma linha de apoio emocional local e não deixe a pessoa sozinha.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-loneliness-isolation

Humor e moral no grupo: risadas, rituais, pequenas vitórias

4 passos
  1. 1Criar rituais – Momentos fixos em grupo: uma refeição, um chá à noite, uma breve rodada pela manhã com o plano do dia.
  2. 2Tornar as pequenas vitórias visíveis – Reúnam-se rapidamente à noite: o que deu certo hoje?
  3. 3Espaço para leveza – Planeje jogos, histórias, música ou lembranças; todos podem contribuir com algo.
  4. 4Perceber o clima – Nem todo mundo está com vontade de ouvir piadas.

Cuidado: Humor à custa de pessoas feridas, de luto ou marginalizadas machuca e divide o grupo. Na dúvida, ria da situação, não das pessoas.

survivebetter.com/pt/explore/psychology/psy-humour-morale

Quando vizinhos recusam ajuda: ofereça com respeito e deixe a porta aberta

5 passos
  1. 1Perguntar em vez de decidir – "Você precisa de alguma coisa?" é mais fácil de recusar do que uma oferta concreta.
  2. 2Pequeno e recíproco – Ofereça uma ajuda pequena ou peça algo em troca (um conselho, emprestar uma ferramenta) – isso preserva a dignidade.
  3. 3Aceitar o não – Aceite a recusa sem cobranças e diga quando vai passar de novo ou como pode ser encontrado.
  4. 4Perguntar como a pessoa está com regularidade – Contatos curtos combinados (tocar a campainha, uma ligação, um sinal na janela), especialmente com calor, frio ou queda de energia.
  5. 5Acionar ajuda em caso de perigo – Se houver perigo de vida evidente, avise os serviços de emergência ou as autoridades responsáveis – mesmo contra a vontade da pessoa.

Perigo: Se alguém parecer confuso, gravemente doente, com frio ou calor demais ou parar de responder: ligue para o número de emergência local (112 na UE). Se alguém se recusar a cumprir uma evacuação ordenada oficialmente, avise os serviços de emergência em vez de forçar a pessoa você mesmo.

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Brincar na crise: dar às crianças espaço e normalidade

5 passos
  1. 1Criar um lugar seguro – Prepare um canto tranquilo ou uma área delimitada, de preferência sempre a mesma.
  2. 2Material simples – Papel, canetas, cartas, dados, bolas, caixas, livros, brinquedos favoritos – não é preciso mais nada.
  3. 3Horários fixos para brincar – Inclua a brincadeira na rotina diária, alternando jogos calmos e movimentados.
  4. 4Acompanhar, não conduzir – Deixe as crianças brincarem do que quiserem; escute quando elas falarem; responda às perguntas com honestidade e de acordo com a idade.
  5. 5Observar – Se uma criança repete por muito tempo a mesma cena angustiante, parece desesperada ao fazê-lo ou para de brincar por completo, procure…

Cuidado: Verifique se as áreas de brincadeira têm perigos: entulho, vidro, água de enchente, fios elétricos, trânsito, gases de escape de gerador. Não deixe as crianças brincarem sem supervisão em locais desconhecidos.

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Fortalecer a comunidade: a vizinhança como fator de proteção

5 passos
  1. 1Conhecer-se – Crie uma ocasião: festa no pátio, um aviso, uma reunião na escada.
  2. 2Levantar necessidades e habilidades – Registre de forma voluntária: quem precisa de apoio em uma emergência?
  3. 3Combinados simples – Ponto de encontro, cadeia de contatos, local para afixar informações, quem verifica como está quem.
  4. 4Praticar e manter – Atualize a lista todo ano e, de vez em quando, façam algo juntos (troca de suprimentos, curso de primeiros socorros, horta comunitária).
  5. 5Após um evento – Limpem juntos, compartilhem informações, relembrem e celebrem o que deu certo; repassem as ofertas oficiais de apoio.

Cuidado: A ajuda entre vizinhos não substitui os serviços de emergência. Não entre em zonas de perigo, siga as instruções oficiais e, em emergências, ligue para o número de emergência local (112 na UE).

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A vontade de sobreviver: a postura interior que faz resistir

7 passos
  1. 1Aceitar a situação – Diga em voz alta: “Estou preso. É assim que está agora.
  2. 2O importante primeiro – Organize pelo que se torna perigoso mais rápido: primeiro perigos agudos e ferimentos, depois proteção contra frio, umidade ou calor…
  3. 3Pensar em pequenas metas – Não pense “Como saio daqui?”, mas na próxima hora: “Terminar a camada de isolamento do chão.” “Juntar lenha até o sol tocar aquela árvore.”…
  4. 4Falar consigo mesmo com gentileza – Fale consigo mesmo como falaria com um bom amigo e use o seu nome: “Ana, você terminou a camada de isolamento do chão.
  5. 5Motivos para resistir – Pense em pessoas, animais, planos que você espera com alegria – da forma mais concreta possível.
  6. 6Cuidar do corpo – Frio, sede, fome e falta de sono pesam muito no humor.
  7. 7Permitir os reveses por um instante – Se o fogo apagar ou a chuva começar, você pode ficar com raiva ou triste por um momento – chorar também é normal.

Perigo: Em caso de ferimento, hipotermia ou quando você não souber mais o que fazer: ligue imediatamente para 112 (na Áustria, também 144 para a ambulância e 140 para o resgate em montanha). Na UE, o 112 funciona sem crédito e muitas vezes por outras redes.

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Rotina diária, contar os dias e manter um caderno enquanto espera o resgate

7 passos
  1. 1Marcar os dias – Toda manhã, faça um entalhe em um galho ou um traço no caderno e acrescente a data.
  2. 2Ronda matinal – Depois de levantar, faça sempre a mesma ronda: verifique o corpo (pés, mãos, ferimentos, calor), os suprimentos (água, comida, pilhas) e…
  3. 3Dividir o dia em blocos – Planeje de acordo com a luz do dia: de manhã, buscar água e juntar lenha; ao meio-dia, conferir os sinais e descansar (na sombra, se…
  4. 4Horários fixos de sinal – Defina horários em que você dá sinais e confere: examine o painel de sinalização e os sinais no chão toda manhã, dê três apitos em horários…
  5. 5Manter um caderno – Várias vezes ao dia, anote a hora, o tempo, o que você fez, o que comeu e bebeu, como se sente fisicamente e o que está pensando.
  6. 6Planejar descanso e energia – Os períodos de descanso fazem parte do plano, não só o trabalho.
  7. 7Balanço da noite – Antes da noite, anote rapidamente: três coisas que deram certo hoje e as tarefas mais importantes para amanhã.

Perigo: Em caso de ferimento, hipotermia ou quando você não souber mais o que fazer: ligue imediatamente para 112 (na Áustria, também 144 para a ambulância e 140 para o resgate em montanha). Na UE, o 112 funciona sem crédito e muitas vezes por outras redes.

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Ensinar às crianças o que fazer se se perderem na floresta: "Abrace uma árvore"

7 passos
  1. 1Apito, saco e roupas claras – Dê a cada criança o seu próprio apito de sinalização, bem preso à jaqueta, e um saco de lixo grande dobrado, com o furo para o rosto já…
  2. 2Parar e abraçar uma árvore – Ensine à criança: "Assim que você não conseguir mais nos ver nem nos ouvir, pare e procure a árvore mais próxima.
  3. 3Apitar três vezes, escutar – "Dê três apitos fortes, depois fique quieto e escute.
  4. 4Ninguém está bravo – responda! – Diga claramente ao seu filho: "Se você se perder, ninguém vai ficar bravo com você.
  5. 5Ficar visível e aquecida – "Vista o saco como uma capa de chuva – com o rosto saindo pelo furo.
  6. 6O que os pais preparam – Antes do passeio, tire uma foto atual da criança e anote as cores das roupas dela.
  7. 7Pratique de forma lúdica – Treinem tudo no parque ou na floresta como uma brincadeira: a criança "se perde" a alguns metros de distância, abraça uma árvore, apita…

Perigo: Sacos plásticos podem sufocar crianças pequenas. Um adulto corta o furo para o rosto com antecedência, o saco nunca é puxado sobre a cabeça inteira e os sacos ficam fora do alcance de bebês e crianças pequenas.

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Liderar um pequeno grupo numa emergência na natureza

7 passos
  1. 1Uma pessoa decide – No primeiro minuto, combinem quem decide – de preferência a pessoa mais experiente e calma que não esteja ferida.
  2. 2Contar e verificar todos – Conte todos e pergunte rapidamente a cada pessoa: você se machucou?
  3. 3Discutir a situação e o plano em voz alta – Quem lidera resume em poucas palavras: onde estamos, qual é o objetivo, qual é o plano?
  4. 4Uma tarefa para cada um – Dê tarefas concretas, com nomes e horários: "Lena e Tom: juntar lenha até o anoitecer." "Jonas: apito e sinalização." "Vovó: cuidar do…
  5. 5Cuidar dos mais fracos – Defina o ritmo, as pausas e os planos de acordo com o membro mais fraco.
  6. 6Resolver desentendimentos de forma justa – Se houver desentendimento: escute, repita a preocupação com as suas próprias palavras ("Você acha que o riacho é perigoso demais?")…
  7. 7Perguntar como a pessoa está com regularidade – Reúnam-se rapidamente de manhã e à noite e depois de qualquer acontecimento importante: o que já foi feito?

Perigo: Evite dividir o grupo, se possível. Se alguém precisar buscar ajuda, vão pelo menos duas pessoas, com rota clara, horário combinado e anotações; feridos e crianças nunca ficam sozinhos.

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